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Brasileiro é o profissional mais estressado do mundo, revela estudo

“O que no passado era feito por 10,15 trabalhadores, hoje é feito por um, dois ou três” O brasileiro é o profissional mais estressado do mundo, segundo pesquisa realizada pela consultoria de recrutamento Robert Half. O motivo principal é o excesso da carga de trabalho. A pressão por resultados, o excesso de trabalho e a falta de reconhecimento são fatores que tornam os profissionais brasileiros os mais estressados do mundo. A pesquisa foi feita em 13 países com diretores de grandes empresas. No Brasil, 42% dos entrevistados afirmou que os funcionários enfrentam estresse e ansiedade, número muito acima da média mundial, que é de 11%. Os dados do Ministério da Previdência confirmam o problema: desde 2010 houve um aumento de 41,9% no número de afastamentos causados por estresse grave e dificuldade de adaptação. “O que no passado era feito por 10,15 trabalhadores, hoje é feito por um, dois ou três. Então, há um aumento da sobrecarga mental, da responsabilidade no ambiente de trabalho e isso também gera adoecimento mental. Isso também agrava as funções psicológicas e mentais do trabalhador”, analisa Marco Antonio Peres, diretor do Departamento de Políticas de Saúde Ocupacional do Ministério da Previdência. Entre os sintomas causados pelo estresse estão: a fadiga mental, quando a pessoa dorme e acorda cansada, a mudança repentina de humor e a alteração de peso (tem gente que engorda ou emagrece em pouco tempo). Em Curitiba, uma montadora criou estratégias para diminuir os efeitos da pressão por resultados, como horário flexível, academia de ginástica e aulas de dança para os funcionários. O investimento da empresa na qualidade de vida dos trabalhadores se reflete diretamente nos resultados da montadora. Como funcionário feliz rende mais e trabalha melhor, na empresa não há afastamentos por estresse. Bom para os dois lados, empresa e empregado. FONTE: REVISTA PROTEÇÃO

Saúde Corporativa – Mudanças muito simples que fazem uma diferença enorme

Empresa propõe mudanças para melhorar saúde de funcionários. Clique AQUI ou na imagem pra assistir a reportagem “Fazer o bem para o funcionário faz bem para o negócio”. O funcionário deixa de se ausentar ao trabalho, usa melhor o plano de saúde..” Mais um exemplo de tantos outros que já colocamos por aqui mostrando que investir na saúde do colaborador é estratégico para empresa. Não é custo, é investimento cujo retorno se dá logo ali na frente. Conheça os serviços Health Care CLICANDO AQUI! ARTIGOS RELACIONADOS: Programas de Bem-Estar no trabalho reduz em 18,4% os custos anuais com assistência médica Empresa paga bônus para os funcionários que praticam atividade física regularmente Bem estar dá lucro! Empresa cria programa para que seus funcionários emagreçam Empresas se preocupam com excesso de peso e colesterol dos profissionais

Qual atividade física, entre a caminhada e a corrida, é melhor para o coração?

Apesar de possuírem intensidades diferentes, os dois exercícios proporcionam os mesmos benefícios à saúde. Foi o que concluiu um novo estudo americano feito com mais de 45.000 pessoas. A pesquisa revelou que andar, assim como correr, é eficaz em diminuir o risco de hipertensão, diabetes e doença coronariana. Esse trabalho foi publicado nesta quinta-feira no periódicoArteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology, que pertence à Associação Americana do Coração. “Comparar a caminhada e a corrida é ideal para testar os benefícios de atividades de intensidade moderada e alta, por esses dois exercícios envolvem os mesmos grupos musculares”, diz Paul Williams, pesquisador do Laboratório Nacional de Berkeley da Universidade da Califórnia que coordenou o estudo. Para fazer essa comparação, ele levou em consideração os dados de 33.060 pessoas que praticavam corrida e de outras 15.045 que tinham a caminhada como principal atividade física. Esses participantes, a maioria na faixa dos 40 anos, foram acompanhados por seis anos, e os pesquisadores avaliaram a saúde deles em relação a níveis de colesterol no sangue, pressão arterial, diabetes e doença coronariana. A comparação feita pela equipe foi estabelecida de acordo com a distância em que as pessoas caminhavam ou corriam — e, segundo a pesquisa, quanto maior a distância percorrida durante uma dessas atividades, maiores são os benefícios à saúde. Ou seja, o estudo sugere que o que importa não é o tipo de atividade física, mas o quanto se anda ou corre. “Além disso, quando uma pessoa, durante a caminhada, gasta a mesma quantidade de calorias que um indivíduo durante a corrida, os efeitos à saúde obtidos por ambos são comparáveis”, diz Williams. Bom para o coração Os resultados do estudo também mostraram que, em comparação com ser sedentário, correr diminui o risco de hipertensão em 4,2%, enquanto caminhar diminui essa chance em 7,2%. Além disso, o risco de uma pessoa apresentar colesterol alto diminui em 4,3% se ela passar a correr e em 7% se ela começar caminhar. Ainda de acordo com a pesquisa, correr diminui o risco de diabetes e doença coronariana em 12,1% e 4,5%, respectivamente — caminhar, por outro lado, reduz essas chances em 12,3% e 9,3%. Porém, os autores do estudo perceberam que as pessoas que praticam corrida, em média, percorrem o dobro da distância do que as que caminham, apresentando um nível de atividade física muito maior. Segundo Williams, esses resultados são positivos pois, para muitos indivíduos, a caminhada é uma opção mais viável de atividade física. “As pessoas estão sempre procurando alguma desculpa para não se exercitar, mas agora elas sabem que precisam apenas fazer uma escolha simples para que protejam a saúde, que é entre correr ou caminhar“, diz o autor. Recomendações Autoridades de saúde, como as americanas, por exemplo, recomendam que adultos de 18 a 64 anos pratiquem ao menos 150 minutos de alguma atividade aeróbica moderada ou intensa por semana. Fora isso, o órgão indica que os adultos também devem fazer musculação duas vezes por semana ou mais. Artigo Original: Walking Versus Running for Hypertension, Cholesterol, and Diabetes Mellitus Risk Reduction    

Cãibras: É possível evitá-las?

    Fonte: Renata Dutra (Blog Chegada – VEJA.com) (Foto: Thinkstock) Um fenômeno que atinge entre 30 e 50% dos esportistas e praticantes ocasionais de atividades físicas, a cãibra é uma contração muscular involuntária e que causa dor. Em boa parte dos casos, ela ocorre em decorrência do exercício e impede o indivíduo de continuar na atividade. Quem já não assistiu a um jogador de futebol cair no chão durante uma partida, por exemplo? Sim, a cãibra ocorre até mesmo em atletas profissionais, cuja condição física é bem acima da média. Mas afinal, é possível evitá-las? Para responder a essa pergunta, é preciso antes entender melhor a cãibra. Onde ela é mais frequente? A região mais atingida pelas cãibras é a das panturrilhas, seguidas pelos pés e pelos músculos posteriores da coxa. Qual a sua causa? É comum atribuir o fenômeno à desidratação e/ou perda de eletrólitos (sódio, potássio, etc.). Não há, porém, comprovação científica disso. Estudos indicam que o histórico familiar, episódios anteriores de cãibra, aumento da intensidade ou duração do exercício ou condicionamento inadequado para praticar a atividade estão associados à ocorrência das cãibras. Apesar de não haver evidências acerca da desidratação e perda de eletrólitos, esse quadro provavelmente aumenta o risco. Muitos maratonistas e triatletas, por exemplo, sofrem o problema no terço final das provas, justamente quando já perderam muita água e minerais através do suor. Como preveni-las? Uma revisão publicada em janeiro de 2013 no Exercise and Sports Sciences Reviews, mostra que o principal mecanismo desencadeador da cãibra é a fadiga. Então o melhor “remédio” para preveni-la encontra-se em: – Estar bem preparado para realizar suas atividades físicas; – Evitar entrar em exaustão, um quadro que eleva consideravelmente a chance de desenvolver cãibras. Parece bem fácil evitá-las, certo? Portanto, procure orientação profissional para evitar exageros durante os exercícios. É a melhor forma de escapar do quadro. Fonte: MINETTO, M.A., A. HOLOBAR, A. BOTTER, and D. FARINA. Origin and development of muscle cramps. Exerc. Sport Sci.Rev., Vol. 41, No. 1, pp. 3Y10, 2013.

Ginástica laboral proporciona bem-estar físico e emocional; confira 11 exercícios

 “Dentro dessa síndrome (LER), existem milhares de doenças: tendinite, tenossinovite, síndrome do túnel do carpo, bursite, entre outras”, explica. “Com a ginástica, elas diminuem” Por Lucas Rodrigues (Do UOL, em São Paulo) A prática de exercícios regulares no ambiente de trabalho auxilia no combate ao desgaste emocional e melhora o relacionamento interpessoal dos trabalhadores, segundo especialistas. A ginástica laboral consiste em uma série de exercícios, desenvolvidos geralmente no meio da jornada de trabalho, com o objetivo de quebrar a rotina de movimentos repetitivos e auxiliar na prevenção de lesões. Letícia Oliveira Penaroti, fisioterapeuta responsável pelo programa de Ginástica Laboral da Conceito Zen, afirma que, além de ajudar em uma reeducação corporal, a prática da ginástica laboral diminui o surgimento da LER (Lesão por Esforço Repetitivo). “Dentro dessa síndrome, existem milhares de doenças: tendinite, tenossinovite, síndrome do túnel do carpo, bursite, entre outras”, explica. “Com a ginástica, elas diminuem”. O UOL elaborou uma lista com 11 exercícios de ginástica laboral, com a ajuda da fisioterapeuta Mayra Cabral Ayres, para que os profissionais que não contam com o apoio de um especialista possam obter os benefícios da prática no local de trabalho. Veja 11 dicas de exercícios de ginástica laboral (CLIQUE AQUI OU NA IMAGEM) A ginástica laboral melhora também a condição física e psicológica dos funcionários e o aumento da integração entre as equipes. “Ela aproxima pessoas que você, talvez, nem sabia o nome direito. Com isso, a ginástica melhora não só o relacionamento profissional, mas pode transformá-lo em uma relação particular, humana”, analisa Daniel Claret, fundador da Health Pro, empresa especializada em oferecer programas de saúde. Letícia explica que, com a norma reguladora 17, o Ministério do Trabalho estabeleceu parâmetros para que essa adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos funcionários acontecesse. Claret acredita que, de alguma forma, a ginástica laboral atua nas pessoas, relaxando a cabeça, o corpo e a musculatura como um todo, ajudando-as a desempenhar melhor suas funções. A introdução da prática de exercícios também beneficia os empregadores. “Para a empresa, além de reduzir o número de faltas, aumenta a motivação dos funcionários e isso faz com que eles acabem produzindo mais”, analisa Paulo Roberto Benício, fisioterapeuta e dono da empresa FIT (Fisioterapia Integrada ao Trabalho). Tipos de exercícios Os exercícios aplicados aos trabalhadores dependem do tipo de esforço a que estão condicionados. “Em um local onde o funcionário carrega bastante peso, como em uma fábrica, o maior número de lesões é por distensões musculares. Nesse tipo de empresa, a ginástica é mais voltada para o aquecimento”, conta Benício. Para esses profissionais, os exercícios devem ser mais dinâmicos, pois buscam aquecer as articulações e a musculatura, como o polichinelo. Já para quem está condicionado a uma sobrecarga mais estática, como quem trabalha em escritório, o fisioterapeuta afirma que os exercícios devem ser de alongamento, estimulando mãos, braços, ombros e coluna cervical. Quanta à duração, Claret considera três vezes por semana uma média ideal. Realizada apenas uma vez por semana, a atividade passa a ser contraproducente. “Se o empregador quer apenas uma vez, é preferível que leve uma pessoa para fazer uma massagem rápida”, avalia. “Vai ser mais aceito pelos funcionários e terá um efeito muito maior”. Benício acrescenta que cada alongamento deve ter entre 10 e 15 segundos, uma vez que o objetivo dos exercícios não é aumentar a flexibilidade do músculo, mas sim “distensionar” a musculatura.

Poa Day Run – 3ª etapa 2012

São nesses eventos de corrida que concluímos estar atingindo aquele que é um dos grandes objetivos da Health Care: Pessoas Transformadas. Temos a mais absoluta convicção que o exercício físico regular é o mais efetivo remédio pro corpo e pra alma que se tem notícia! Não percam as próximas edições e participem conosco em 2013! CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO e veja todas as fotos do evento.

Corrida de rua – Uma modalidade que cresce a passos largos e ajuda as pessoas a sairem do sedentarismo

Um estilo de vida saudável, que inclui alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos, é capaz de prevenir doenças hipocinéticas (causada pela falta de movimento corporal), manter o corpo em forma e fornecer aptidão para as atividades do dia a dia. Assim, a prática de exercícios auxilia tanto na redução do colesterol, da hipertensão, da obesidade, como melhora a flexibilidade, a força muscular e a autonomia, diminuindo a ocorrência de problemas osteomusculares. Na atualidade encontramos inúmeras alternativas para fugirmos do sedentarismo. Destacamos a corrida de rua, modalidade que vem crescendo no número de adeptos e provas por todo país (no Brasil são mais de 600 provas por ano). Para confirmar isto, basta percorrer as ruas e parques da cidade. Estima-se hoje que, no Brasil, sejam mais de quatro milhões de pessoas correndo – nos Estados Unidos esse número sobe para cerca de 40 milhões de adeptos ao esporte, sendo caracterizado como o “país da corrida de rua”. O crescente interesse por esta modalidade esportiva vem fazendo com que o mercado esteja mais atento a este público. Observa-se o aumento no número de assessorias esportivas especializadas em corrida de rua e um comércio voltado à confecção de produtos esportivos com tecnologias direcionadas ao corredor. A receita gerada pelo esporte vem crescendo cerca de 30% ao ano. Possivelmente este fato também se deva a mudanças no perfil dos praticantes de corrida de rua: o que antigamente era considerado um esporte das classes de baixo poder aquisitivo, passou a ser hoje uma opção de classes mais privilegiadas. O aumento da participação de brasileiros em provas internacionais e a crescente atenção que empresas de turismo têm dado à grupos de corredores evidenciam a expansão desse mercado. Ainda assim, para os menos ambiciosos, a corrida de rua é um esporte de baixo custo. Além disso, independe de habilidades específicas (correr é da natureza do ser humano) e propicia todos os benefícios – físicos, psicológicos e sociais – da prática de exercício regular.  Possivelmente essas sejam algumas das justificativas para essa procura crescente. O desejo por participar de provas é inerente à prática. Para iniciantes, um período curto de treinamento já é suficiente para que sejam completados os percursos de 5Km. Já as provas de 10Km destinam-se aos corredores de nível intermediário. Os mais ousados e com mais experiência de provas e treinos podem percorrer distâncias que variam entre 10km e ultramaratonas. Independente da ambição individual, a corrida também é atraente por possibilitar a autossuperação e a prática nos mais diversos locais e horários, ou seja, você pode conhecer sua cidade correndo. Experimente, vale a pena! Autor: Fábio Santos – Professor da equipe Health Care e Sócio da Assessoria Esportiva  Life Team runners (www.lifeteam.com.br)

Estratégia 2: Laudo Ergonômico – 12 estratégias para redução do adoecimento osteomuscular relacionado o trabalho

Dando continuidade a série de 12 estratégias para redução do adoecimento osteomuscular relacionado o trabalho com alta produtividade falaremos hoje sobre o Laudo Ergonômico na empresa. O laudo ergonômico avalia as condições organizacionais do trabalho (pressão por metas, organização das atividades, frustração com metas divergentes, entre outros), as condições ambientais (temperatura, vento, luminosidade, ruído e umidade do ar) e as condições físicas do posto de trabalho (biomecânica corporal envolvida no desempenho da tarefa, postura, dimensionamento dos equipamentos e mobiliários, entre outros). Esta avaliação é o primeiro passo para a gestão ergonômica que foi a primeira estratégia apresentada nesta série. O laudo ergonômico tem por objetivo cumprir a legislação, em especial a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) n° 17 (conhecida apenas como NR 17) que exige que todas as empresas devem possuir estudo ergonômico. O laudo faz a mensuração do risco ergonômico envolvido em cada atividade desenvolvida no trabalho e sugere melhorias. Este controle permite desenvolver planejamento preventivo reduzindo o adoecimento, em especial os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho – DORT, e habilitando informações para defesa perante o nexo técnico epidemiológico (NETEP – INSS). Para quem ainda não está familiarizado com o NETEP este é um indicador usado pelo INSS, que relaciona o código de atividade econômica da empresa (CNAE) e o CID (código de classificação internacional da doença). Se a relação entre a atividade da empresa e a doença já estiver descrita no NETEP a classificação do afastamento do funcionário passa a ser acidentário e isto pode gerar uma série de custos e responsabilidades para a empresa, pois esta passa a ser responsabilizada pelo adoecimento do funcionário. Após esta classificação feita pelo INSS a empresa possui um prazo para se defender e provar que não foi sua responsabilidade o adoecimento do funcionário e neste ponto o laudo ergonômico e a gestão ergonômica (estratégia 1) são fundamentais nesta defesa.

Doze estratégias para redução do adoecimento osteomuscular na empresa – Estratégia 01 – Gestão de Ergonomia

Por Leonardo Rodrigues| Fisioteraupa do trabalho e ergonomista Nos próximos posts, apresentaremos as 12 estratégias para redução do adoecimento osteomuscular na empresa relacionadas por Leonardo Rodrigues. Iniciamos com a GESTÃO DE ERGONOMIA na empresa e no ambiente de trabalho. A gestão ergonômica na empresa visa padronizar e documentar o programa de ergonomia. Nesta visão o especialista em ergonomia participa da gestão do COERGO (comitê de ergonomia), das discussões sobre as melhorias, a implementação das mesmas e validação dos resultados obtidos. A empresa, os funcionários e o consultor especializado desenvolvem uma cultura de médio e longo prazo dentro da instituição tornando o trabalho conhecido, estudado e adaptado e com isto habilitando o desempenho de alto nível produtivo dentro das possibilidades de cada um com diminuto risco de adoecimento do individuo. Mas afinal o que é ergonomia? A origem da palavra vem de ERGOS (trabalho) e NOMOS (estuda das regras e normas). Ergonomia (ou Fatores Humanos como também é conhecida) é a disciplina científica que trata da compreensão das interações entre os seres humanos e outros elementos de um sistema, e a profissão que aplica teorias, princípios, dados e métodos, a projetos que visam otimizar o bem estar humano e a performance global dos sistemas. Os praticantes da Ergonomia, Ergonomistas contribuem para o planejamento, projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas para torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. De modo bem popular costuma-se dizer que ergonomia é adaptar o trabalho às pessoas de forma que elas possam desempenhá-lo de forma confortável e produtiva.