Você sabe o que é a NR 32?

Dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que cerca de 2,3 milhões de pessoas morrem todos os anos no mundo em decorrência dos acidentes de trabalho. Dentre as atividades que mais afastam profissionais por esse motivo, estão as relacionadas ao ramo hospitalar. Diariamente, centenas de profissionais da área de saúde são afastados de suas rotinas laborais devido a acidentes ocorridos no trabalho. Muitos deles, totalmente evitáveis. É aí que entra a importância da NR 32. Pensando em instruir os profissionais envolvidos na saúde, orientando-os sobre a melhor maneira de manusear instrumentos e equipamentos hospitalares e diminuindo o nível de absenteísmo nas empresas, o Ministério do Trabalho criou, em 2005, a Norma Regulamentadora 32. O objetivo principal dessa lei é implementar medidas de proteção à segurança e saúde dos trabalhadores de hospitais, laboratórios, ambulatórios e clínicas. Para entender o que é a NR 32 e de que forma sua correta implementação pode contribuir para o aumento da qualidade de vida dos profissionais da saúde, leia o texto na íntegra. O que é a NR32? Conforme descrito na própria Norma Regulamentadora, a NR 32 busca ”estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde”. Os profissionais que exercem atividades de promoção e assistência à saúde também são englobados. Essas diretrizes não se restringem apenas aos trabalhadores diretamente envolvidos no atendimento, como médicos e enfermeiros, mas é extensiva a todos aqueles que têm contato com algum risco biológico de contaminação, mesmo que sejam da área administrativa, por exemplo. Existe um Risco Biológico sempre que há exposição dos empregados a agentes biológicos. Tais como microrganismos – sejam eles geneticamente modificados ou não – as culturas de células, parasitas, toxinas e os príons. A classificação completa desses agentes biológicos está disponível no anexo I da NR-32. A norma rege, ainda, o comportamento dos profissionais, alertando para a obrigatoriedade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a proibição do uso de adornos, como brincos, aliança, anel, pulseira, relógio, colar entre outros, que comumente contribuem para a ocorrência de acidentes. Como essa norma pode ajudar sua empresa? Evitar que os profissionais sofram acidentes de trabalho e fornecer os equipamentos de proteção individual ou coletivo é o papel de todo empregador. Algumas empresas contam com uma área de segurança do trabalho, dedicada exclusivamente à detecção e diminuição dos riscos eminentes. Sendo este o caso da sua empresa ou não, saiba que é possível reduzir bastante o número de acidentes de profissionais da saúde colocando em prática tudo o que determina a NR 32. A norma contribui para a diminuição dos acidentes de trabalho ao passo em que sugere a adoção de medidas simples de precaução, capazes de alertar o profissional, por exemplo, sobre o correto manuseio de instrumentos cirúrgicos, bem como o descarte adequado dos materiais. Os acidentes com perfurocortantes, por exemplo, são os mais comuns entre profissionais da área, sendo, também, os mais preocupantes. O contato com esses materiais, quando contaminados, pode resultar na contração de doenças infecciosas letais, como a Hepatite B e C e a AIDS. De que forma implementar a NR 32 em outras áreas? Conforme dito anteriormente, não apenas médicos e enfermeiros devem colocar em prática as diretrizes da NR 32. A norma vale também para todas as pessoas envolvidas no processo do atendimento de saúde, como os profissionais de limpeza e conservação do estabelecimento, além de trabalhadores que realizam manutenção em máquinas e equipamentos. É importante que esses profissionais também utilizem a vestimenta correta, bem como os EPIs, e sejam devidamente capacitados quantos aos princípios de higiene pessoal e risco biológico. Lembre-se sempre: cabe a você, enquanto empregador ou gestor, cuidar para manter um ambiente de trabalho seguro e saudável, melhorando a qualidade de vida dos empregados e reduzindo o afastamento por acidentes. Gostou do nosso post? Esperamos que as informações sobre a NR 32 tenham sido úteis. Assine a nossa newsletter e receba outras dicas importantes de como reduzir o índice de absenteísmo na sua empresa.
Saúde preventiva: entenda o que é e sua importância

A saúde preventiva consiste na precaução de lesões ou doenças por meio de ações antecipadas, em vez de curá-las ou tratar os seus sintomas. Tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos usuários e o foco é a antecipação da doença ou o diagnóstico precoce da enfermidade, proporcionando a agilidade no tratamento. Assim, é muito importante que você invista na medicina preventiva no ambiente profissional. Muitas empresas de sucesso entendem que assegurar a saúde dos seus funcionários é essencial para garantir o bem-estar e a produtividade dos trabalhadores, além de evitar problemas futuros na instituição. Neste post, vamos abordar sobre a saúde preventiva, a importância para a organização e quais os impactos na vida dos colaboradores. Quer ficar por dentro do assunto? Então continue a leitura! O que é a saúde preventiva e qual a sua importância? A medicina preventiva é dividida em 4 focos de atuação: a primária, que evita a doença chegar na pessoa e impede que ela se hospede no organismo; a secundária, que inclui mecanismos de diagnósticos e tratamentos para doenças iniciais; a terciária, que atua diminuindo o impacto negativo provocado pela doença; e a quaternária, que inclui métodos que evitam os efeitos colaterais de intervenções médicas. Atualmente, as empresas oferecem plano de saúde aos seus funcionários, entretanto as pessoas só o utilizam quando enfrentam alguma doença ou dificuldade. Assim, somente oferecer o plano não é uma medida vantajosa, pois os funcionários não se concentram na prevenção primária ou secundária, descobrindo a doença quando ela está presente e ativa. Por isso, é muito importante investir na medicina preventiva, pois o investimento proporciona um retorno positivo para a sua empresa, além de minimizar faltas, atrasos e promover a autoestima do colaborador. Quais os impactos na vida dos colaboradores? A decisão de implantar a saúde preventiva é importante, pois a empresa consegue ver os resultados em sua equipe. Com a saúde em dia, os colaboradores têm maior qualidade de vida e, com isso, faltam menos ao trabalho. Uma boa alternativa é implementar programas como a ginástica laboral, os cuidados com os riscos de acidente de trabalho, a diminuição do estresse e programas de reeducação alimentar. Assim, com a boa saúde, os colaboradores se sentirão mais motivados, melhorarão a produtividade, se sentirão mais seguros em realizar as tarefas e terão orgulho de pertencer a empresa em que trabalham. Qual a importância de promover ações que incentivam os exames preventivos? As iniciativas da promoção da medicina preventiva podem trazer um retorno financeiro significativo para a instituição na medida em que exoneram o plano de saúde, diminuem as faltas e melhoram a produtividade dos colaboradores que estarão mais satisfeitos. O compromisso com a saúde dos colaboradores causa resultados positivos, visto que os funcionários se sentirão mais orgulhosos em pertencer a uma empresa que se interessa pelo seu conforto. Isso melhorará a reputação da organização, fazendo com que seja vista como uma boa empregadora, facilitando o recrutamento de talentos. Se você deseja melhorar o desempenho da sua equipe e dos demais funcionários da sua empresa, entenda a importância da saúde preventiva. Ela pode trazer bons resultados para o seu negócio, além de melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Por isso, invista nesse ramo! Se você tem alguma dúvida sobre o assunto tratado neste post ou deseja obter alguma informação específica, entre em contato conosco! Teremos prazer em ajudá-lo.
Você sabe o que é burnout?

O que é burnout? Trata-se de um um termo instituído pelo psicólogo norte-americano Herbert Freudenberger, nascido em meados de 1970. A condição é algo que se instala de maneira progressiva e silenciosa, consiste na falta de energia, física e mental para encarar os problemas e outros aspectos da vida. Continue a leitura e conheça mais sobre a patologia nascida em uma época de pressões laborais constantes e desencadeada, principalmente, pelo estresse produzido no ambiente de trabalho. Entenda o termo O termo é recente e é uma criação dos tempos modernos: nossas ocupações se tornaram cada vez mais maçantes. Mesmo que nosso organismo tenha sido organizado de modo a aguentar certas situações de estresse, a exposição crônica a ele sempre desencadeará doenças, tanto físicas, quanto mentais. No Brasil, a condição afeta 30% dos profissionais. Isso representa uma população de 30 milhões de pessoas acometidas pelo nível mais elevado do estresse. Quem garante o fenômeno é a instituição Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil). O diagnóstico também exprime o impacto representado pela síndrome de burnout no PIB (Produto Interno Bruto), com um prejuízo de 4,5%. O indivíduo acometido por essa condição não enxerga alegria na vida, muitas vezes perde o desejo sexual e passa por uma paralisia de sentimentos. O estresse excessivo é visto preponderantemente em médicos e enfermeiros, e também em ocupações que exigem um forte sentimento doador, como trabalhos voluntários. Para as empresas, a síndrome de burnout também representa grandes perdas: em certos ambientes de trabalho, por exemplo, percebe-se um alto nível de rotatividade dos funcionários, e isso pode estar relacionado à cultura da empresa. Às vezes, a competição e a busca incessante por resultados podem transformar o ambiente no principal causador de baixa autoestima e estresse. Saiba as causas e os sintomas No ambiente profissional, os fatores que desencadeiam a síndrome de burnout podem ser a temperatura, o ruído, a higiene do lugar, o clima, longos períodos em um trabalho noturno e a sobrecarga de demandas. A falta de reconhecimento também influencia no surgimento da doença. Os sintomas incluem: permanente sensação de negatividade; dificuldade extrema para se concentrar em tarefas simples; sentimento de inferioridade em relações interpessoais e no ambiente de trabalho; cansaço físico e mental que se perpetua por longos períodos, perda de interesse em atividades sociais; falta de energia para manter uma rotina de hábitos saudáveis; perda de interesse nas atividades que gostava anteriormente; alterações repentinas de humor, com muitas situações de extrema tristeza e agressividade; isolar-se de pessoas significativas, como família e amigos. Conheça os tratamentos Tratando-se de uma síndrome relacionada ao esgotamento físico e mental, alguns dias ou semanas de repouso, como um tempo em uma pousada ou tirar férias, já são suficientes para conter o estágio leve dessa condição. Em casos crônicos, pode ser necessário o acompanhamento de um psicólogo ou o uso de medicamentos para manter o indivíduo são. Comumente, essa condição está associada a quadros de ansiedade e depressão. Um fisioterapeuta também pode atuar na prevenção da síndrome de burnout e no tratamento. A ergonomia pode intervir utilizando técnicas que visam o relaxamento por meio da reeducação da postura global e do estresse no trabalho. O tratamento para a síndrome de burnout também precisa remover o indivíduo do ambiente que induz o gatilho do estresse. Isso significa que não adianta apenas inserir o tratamento medicamentoso ou a ergonomia. Pode até ser perigoso, pois o paciente pode decidir aumentar a dose dos remédios, já que não vê melhora. Por se tratar de uma condição pouco difundida e pouco entendida (os sintomas são muito generalistas e não há um que seja conclusivo para responder o que é burnout), é impossível dizer o quão expressiva ela é em nossa sociedade. E então, gostou de saber mais sobre o assunto? Ou ainda tem alguma dúvida? Deixe um comentário no campo abaixo — queremos saber a sua opinião!
Diminua a repetitividade no trabalho com 5 soluções ergonômicas

O excesso de repetição de uma tarefa traz uma série de problemas para os colaboradores. Além de poder ocasionar diversas dores (nas costas, no ombro, no pulso), aumenta o nível de estresse e, por consequência, promove conflitos interpessoais. Nesse sentido, há algumas soluções ergonômicas que são úteis, tais como: realizar pequenas pausas ao longo do expediente, intercalar as tarefas mais repetitivas e incentivar a prática de ginástica laboral. Logo, com tais ações, pode-se observar grandes melhorias na produtividade. Pensando nisso, elaboramos este artigo para você. Conheça as melhores soluções ergonômicas para diminuir a repetitividade no trabalho, otimizar a qualidade de vida e aumentar a felicidade da equipe. Siga lendo e boa leitura! 1. Intercale as tarefas repetitivas ou desgastantes Um ponto interessante é intercalar as tarefas mais repetitivas, garantindo que o mesmo profissional, ao longo do trabalho, realize movimentos diversos. Logo, não é preciso “perder” produtividade, basta apenas realocar o colaborador de forma estratégica. Nesse quesito, no entanto, é preciso um bom planejamento. A falta de definição das tarefas que precisam ser feitas e dos resultados que devem ser entregues implica em perda de tempo, além de deixar o funcionário mais confuso. Como solução, basta criar uma planilha com as tarefas diárias. Nela, deve-se ter as atividades que precisam ser intercaladas, os horários específicos, as entregas esperadas e os períodos para descanso. Assim, pode-se otimizar o alinhamento. 2. Invista em programas de ginástica laboral A ginástica laboral é uma solução cada vez mais presente nas empresas que valorizam seus funcionários, afinal, oferece uma série de benefícios. Além de aliviar o estresse, melhora a postura dos trabalhadores, fortalece a musculatura, mitiga inflamações/traumas e previne casos de LER/TOC. Para ficar claro, a ginástica laboral compreende um conjunto específico de exercícios de alongamento, feito no ambiente de trabalho e durante o expediente. Todavia, é necessário contar com instrutores especializados. 3. Reduza o nível de estresse no trabalho Uma das maiores ameaças à qualidade de vida no trabalho e até mesmo à saúde dos colaboradores é o estresse, chamado de “o mal do século”. Em um ambiente estressante, ocorrem mais conflitos, erros e acidentes que o comum. Por esse motivo, é importante traçar estratégias para mitigar o estresse no ambiente de trabalho. É possível, por exemplo, implementar uma academia corporativa, melhorar a fluidez do diálogo interno, analisar a ergonomia dos móveis ou oferecer maior flexibilidade nos horários de trabalho. 4. Realize pequenas pausas no expediente O expediente de trabalho é longo e, por vezes, realmente cansativo. Exigir demais dos profissionais pode culminar em diversos problemas de ordem física e mental, como já citado no início do artigo. Por isso, é importante fazer pequenas pausas. Não há um limite específico de tempo, contudo, informe aos profissionais que devem fazer uma pausa de 7 a 10 minutos para descansar, se alongar ou tomar uma xícara de café ao longo do expediente. Alguns gestores pensam que essas pequenas pausas afetam a produtividade e a competitividade do negócio, o que não é verdade. Nesses momentos, é possível descansar a mente, aliviar o estresse e se revigorar para, posteriormente, entregar mais resultados. 5. Conte com um parceiro especializado É preciso reconhecer que nem sempre há, dentro da empresa, o know-how para melhorar a qualidade de vida e/ou eliminar a repetitividade no trabalho, devendo-se contar com a ajuda externa e especializada. Uma empresa que oferece serviços para qualidade de vida e bem-estar pode atuar nas mais diversas vertentes, desde a análise ergonômica inicial, objetivando identificar gaps que precisam ser eliminados ou corrigidos, até a implementação das melhores práticas, como a ginástica laboral ou treinamentos funcionais. A contratação desse tipo de serviço é, também, uma forma de demonstrar que se importa com os colaboradores. Dessa forma, além de melhorar a qualidade de vida, será possível aumentar a motivação dos profissionais e reter os talentos. Como se pôde observar, existem diversas soluções ergonômicas para eliminar a repetitividade no trabalho, então não deixe de aplicá-las. Cuidar da saúde e do bem-estar dos profissionais é essencial para que eles produzam mais e melhor, além de melhorar a imagem da firma e destacá-la das concorrentes. Gostou do conteúdo? Aproveite para continuar aprendendo conosco. Siga-nos no Facebook e acompanhe nossas novidades. Vamos lá!
4 doenças mais comuns resultantes da má postura no ambiente trabalho

As exigentes metas, a correria para desempenhar os serviços ou simplesmente o descuido com o bem-estar laboral podem acabar levando à má postura no trabalho, responsável por acarretar dores, desconfortos e as chamadas doenças ocupacionais. Por isso, o cuidado com a postura correta e o uso adequado dos equipamentos são algumas atitudes fundamentais para garantir a produtividade sem colocar em risco a saúde e a qualidade de vida dos funcionários. Então, confira, neste artigo, as doenças mais comuns resultantes da má postura e como elas podem ser evitadas, a fim de assegurar a eficiência e o bem-estar no ambiente de trabalho! Entenda o que são doenças ocupacionais Doenças ocupacionais são as patologias relacionadas às condições de trabalho, como iluminação, ruídos e temperatura, ou à atividade desempenhada pelo funcionário. Os vícios de postura, a falta de EPIs e outros fatores podem causar enfermidades que geram dor e incômodo no dia a dia ou casos mais graves de saúde. O trabalhador pode, inclusive, ser acometido por alguma incapacidade física ou deficiência motora devido a essas doenças. Conheça as doenças causadas pela má postura no trabalho Veja as doenças laborais mais frequentes devido à postura incorreta! 1. Dor nas costas Segundo o ranking do INSS, a dor nas costas é a maior causa de afastamento do trabalho. Quem passa longas horas sentado na mesma posição, como os funcionários de escritório ou quem carrega muito peso, como os estoquistas, está mais propenso a ter esse problema. Se a postura errada for frequente, a situação pode se agravar, causando problemas na musculatura e nas articulações. Por isso, é fundamental dedicar atenção e cuidado para manter a postura correta. 2. Problemas de coluna A má postura afeta toda a coluna, desde a parte cervical (região do pescoço), torácica (costas) até a região lombar (parte próxima dos quadris). A tensão e o estresse na musculatura podem causar graves dores e desconfortos. Além disso, podem ocorrer patologias como lordose, escoliose e cifose, que alteram a linha correta e natural da coluna, gerando curvaturas e concavidades que causam dores. Também são comuns a hérnia de disco, o bico de papagaio e outros desvios na coluna. 3. LER/DORT A Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e as Doenças Osteoarticulares Relacionadas ao Trabalho (DORT) também são frequentes. Os dois casos estão relacionados e consistem em doenças causadas por movimentos repetitivos e contínuos, que geram desgaste e lesões nos nervos, tendões e músculos. A má postura e o esforço exagerado são as principais condições para o surgimento da LER ou DORT. Computador na posição errada e uso excessivo de mouse e teclado, por exemplo, podem causar inflamação nas mãos, braços ou ombros, impedindo até mesmo as atividades cotidianas. 4. Tenossinovite Trata-se de uma das principais doenças consequentes da má postura. A tenossinovite está ligada à inflamação dos tendões em estágio avançado. O caso pode ser grave, gerando espasmos de dor e uma difícil recuperação, impedindo a pessoa de segurar até mesmo objetos muito leves. Saiba como a empresa pode evitar esses problemas O papel da ergonomia é crucial a fim de evitar os problemas posturais e suas consequências danosas. Assegurando as condições laborais adequadas, ela conserva a saúde dos trabalhadores e evita doenças ocupacionais. Veja estas 5 atitudes simples — mas muito eficazes — que a empresa pode adotar: ofereça móveis e cadeiras confortáveis e adaptadas ao funcionário, regulando corretamente o encosto para que a coluna fique na posição certa, ou seja, formando um ângulo de 90°; reforce a importância dos EPIs e utilize ferramentas ergonômicas para prevenir os problemas de postura; divulgue os riscos ergonômicos no trabalho, educando os funcionários e incentivando a consciência corporal e a devida atenção às medidas preventivas de saúde; promova exames periódicos para monitorar e prevenir doenças, reduzindo, assim, as indenizações e o absenteísmo no serviço; proporcione o bem-estar corporativo por meio de procedimentos de controle e regulação que garantam as condições adequadas no local de trabalho. Como você viu, a má postura no trabalho pode acarretar graves doenças para o funcionário, além de reduzir sua eficiência produtiva e gerar prejuízos trabalhistas. Para receber as melhores informações sobre saúde e segurança no trabalho, assine nossa newsletter e fique por dentro das tendências!
7 ações importantes para prosperar a qualidade de vida no trabalho

Não é segredo para ninguém que a satisfação dos colaboradores influencia diretamente na produtividade da empresa. Não são só o salário e os benefícios financeiros que impactam a qualidade de vida no trabalho: outros fatores, tais como o bom relacionamento com a equipe e um ambiente seguro e que propicia o bem-estar, também são essenciais para deixar os funcionários felizes e motivados. Neste post vamos conhecer 7 ações para promover a saúde e a segurança no ambiente laboral e, dessa forma, elevar a qualidade de vida no trabalho. Boa leitura! 1. Campanhas de saúde A empresa deve oferecer periodicamente atividades preventivas e educativas envolvendo diferentes profissionais de saúde. Podem ser oferecidas palestras, consultas e aulas com médicos, dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos. Além de detectar problemas precocemente, essas ações estimulam os colaboradores a se cuidarem mais. 2. Ginástica laboral Os exercícios realizados no ambiente de trabalho ajudam na prevenção de problemas de saúde e estimulam a prática de atividades físicas fora da empresa. Além disso, a ginástica laboral contribui para o relacionamento entre os colegas, fortalecendo o trabalho em equipe. Fazer pausas no trabalho para praticar a ginástica laboral promove, ainda, a redução do estresse, contribuindo para o bem-estar dos colaboradores no ambiente laboral. 3. Refeitórios corporativos O refeitório corporativo deve ser um ambiente que permita aos colaboradores fazer breves interrupções no trabalho para se alimentarem sem necessitar recorrer ao lanches industrializados e pouco saudáveis. Assim, esse deve ser um espaço que conte com equipamentos como fogão e microondas para que os colaboradores possam armazenar e preparar suas refeições de maneira equilibrada e saudável. 4. Treinamentos de segurança no trabalho Os treinamentos em segurança buscam conscientizar os colaboradores sobre as maneiras mais seguras e apropriadas de executar suas tarefas. Assim, eles devem ser oferecidos não apenas para atender uma exigência legal, mas também para promover a redução no número de acidentes e demonstrar a valorização dos funcionários. 5. Análise ergonômica A análise ergonômica permite projetar o ambiente de trabalho de forma a minimizar os riscos e reduzir o esforço necessário para desempenhar as tarefas. Com isso, a empresa previne futuros problemas de saúde relacionados, por exemplo, à postura e ao estresse dos colaboradores. Os acidentes são também evitados. 6. Auditorias comportamentais Essa ação permite avaliar o comportamento espontâneo dos colaboradores em relação à segurança no trabalho. O resultado dessa análise pode ser debatido por meio dos Diálogos Diários de Segurança (DDS). Dessa forma, é possível valorizar o que está correto e melhorar os processos inseguros ou ineficientes. 7. Pesquisas de satisfação Montar uma pesquisa de satisfação é essencial para conhecer o nível de contentamento dos colaboradores. Com isso a empresa pode adotar mudanças para garantir o bem-estar dos funcionários. Quando a equipe percebe que sua opinião importa, ela se sente valorizada e motivada a dar o melhor de si nas tarefas. Tanto os funcionários quanto a empresa são beneficiados pelas ações aqui descritas. Elas levam à redução do absenteísmo, à diminuição do número de acidentes de trabalho, ao aumento da integração da equipe e à motivação dos colaboradores. Por isso, todos saem ganhando quando a qualidade de vida no trabalho é promovida. Se você achou este post útil e quer continuar bem informado sobre outras ações e serviços para cultivar o bem-estar e a qualidade de vida dentro da empresa, assine a nossa newsletter e receba nossos conteúdos diretamente no seu e-mail!
Quais são os benefícios da cinesioterapia laboral para o colaborador?

A cinesioterapia laboral abrange um conjunto de exercícios preventivos e terapêuticos que têm como objetivo elevar a qualidade de vida no trabalho. As atividades são propostas por um fisioterapeuta ou educador físico de acordo com as necessidades das funções desempenhadas pelos funcionários na empresa. A cinesioterapia apresenta um foco terapêutico mais acentuado do que a ginástica laboral. No entanto, ambas as atividades oferecem exercícios de fortalecimento muscular e alongamento, que têm como objetivo preparar o organismo para as tarefas do dia, compensar os esforços já realizados ou relaxar o corpo e a mente. Os inúmeros benefícios da cinesioterapia laboral culminam no aumento da produtividade da empresa. Continue a leitura deste post para conhecer as vantagens da prática! Prevenção de problemas ergonômicos Muitos colaboradores passam horas em seus postos de trabalho realizando tarefas repetitivas. Para evitar que os funcionários desenvolvam um quadro de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo e Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), a empresa deve adotar algumas medidas para reduzir os riscos ergonômicos e minimizar o absenteísmo por problemas de saúde. Além de oferecer um ambiente ergonomicamente preparado e confortável para sua equipe, a empresa pode investir também em um programa de cinesioterapia laboral para aliviar o cansaço físico. Veja alguns benefícios dessa prática para o bem-estar: alívio da tensão muscular; reeducação da postura corporal; estímulo a prática de atividades físicas; promoção do equilíbrio muscular. Prevenção de problemas psicológicos A cinesioterapia laboral não alivia apenas o cansaço físico, mas também a exaustão emocional dos colaboradores. A prática é capaz de diminuir o estresse e reduzir as tensões acumuladas em função do excesso de trabalho. Ela funciona também como uma injeção de ânimo, deixando a equipe mais integrada e motivada para realizar as atividades corporativas. Com isso, a cinesioterapia laboral previne distúrbios psicológicos, tais como os transtornos de ansiedade e a depressão. A Síndrome de Burnout, caracterizada pelo completo esgotamento profissional, também é menos provável de acontecer em funcionários que trabalham em empresas que investem no bem-estar dos colaboradores. Melhoria de aspectos cognitivos Uma das consequências da cinesioterapia laboral é o estímulo da oxigenação dos diversos tecidos do corpo. Isso, somado à fuga da monotonia, gera também benefícios cognitivos. Entre eles, podemos destacar a melhoria da memória e o favorecimento da manutenção do foco no trabalho. Ao se sentir valorizado pela empresa, o colaborador se percebe como parte do ambiente corporativo. Com isso, o aprendizado de novas competências e o processo de tomada de decisão são facilitados. Aumento de produtividade Ao reduzir absenteísmo a empresa diminui os custos relacionados à perda de produtividade dos trabalhadores ausentes e ao pagamento de horas extras para outros funcionários. Isso sem falar na economia de custos com indenização. É preciso considerar ainda que o colaborador saudável e feliz com seu trabalho produz mais e melhor. Podemos concluir, portanto, que todos os benefícios citados anteriormente contribuem para o aumento da produtividade da empresa. Logo, a cinesioterapia laboral, por ser uma atividade que promove o aumento da qualidade de vida no trabalho, é um investimento com ótimo retorno. Agora que você já viu os benefícios dessa prática, que tal conhecer um exemplo prático e de sucesso de aplicação da cinesioterapia laboral? Saiba mais sobre o programa desenvolvido pelo CTE de Benfica!
Os 7 maiores riscos ergonômicos no ambiente de trabalho

Os riscos ergonômicos no ambiente de trabalho são responsáveis pela maior parte das doenças ocupacionais. Muitas vezes, o colaborador permanece horas sentado realizando as mesmas atividades. Essa monotonia, somada ao sedentarismo e à alimentação desregrada tão comuns hoje em dia, comprometem o bem-estar físico e mental do funcionário. Quando a saúde do colaborador começa a falhar, ele se sente desmotivado e precisa se afastar do ambiente corporativo para buscar tratamento. Assim, oferecer um ambiente de trabalho adequado, com menos risco ergonômico, é essencial para garantir a produtividade da empresa. Pensando nisso, desenvolvemos este post repleto de informações e dicas úteis sobre o assunto. A seguir, falaremos sobre a importância dos programas de saúde nas empresas, os principais riscos no espaço laboral e os benefícios da ergonomia no local de trabalho. Continue a leitura e confira! Os principais riscos ergonômicos no espaço laboral 1. Postura inadequada A dor nas costas é a razão pela qual a maior parte dos colaboradores precisa se afastar do trabalho. Ela aparece quando adotamos posturas inadequadas e é mais comum em atividades que exigem que o funcionário passe muito tempo sentado. A má postura pode, ainda, causar enfraquecimento e lesões em outras áreas do corpo, como ombros e pulsos. Com isso, o colaborador fica mais propenso a desenvolver um quadro de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). 2. Repetição de movimentos Realizar sempre os mesmos movimentos, tais como trabalhar no computador ou operar máquinas, pode desencadear um caso especial de tendinite, conhecido como LER (Lesão por Esforço Repetitivo). Essa enfermidade causa dores e limita a movimentação da região afetada. 3. Iluminação deficiente A iluminação inadequada reduz a segurança no ambiente de trabalho. O colaborador fica mais sujeito a sofrer acidentes por não conseguir enxergar apropriadamente o que acontece ao seu redor. Além disso, a baixa luminosidade causa fadiga visual, deixando os olhos vermelhos, doloridos e lacrimejantes. 4. Ritmo acelerado de trabalho O excesso de tarefas e cobranças causam estresse físico e psicológico. Com isso, a saúde se torna mais frágil e o colaborador fica mais suscetível a diversos distúrbios. Entre eles, podemos destacar a hipertensão arterial, o transtorno de ansiedade, a depressão e as doenças do trato gastrointestinal, como úlceras e gastrite. 5. Monotonia de atividades Fazer todos os dias a mesma coisa, sem novos desafios, é desestimulante. O colaborador, mesmo presente na empresa, não se sente motivado a realizar a tarefa. A falta de interesse compromete a saúde mental e favorece o desenvolvimento de distúrbios de ansiedade e depressão. 6. Grandes jornadas de trabalho O esforço físico ou mental exagerado causa fadiga e estresse. O esgotamento profissional — ou burnout — é um quadro cada vez mais comum em um ambiente de trabalho onde as cobranças são excessivas. Ele corresponde ao colapso físico e mental e exige atenção médica imediata. 7. Levantamento de cargas pesadas Levantar ou transportar cargas pesadas é um risco para o colaborador, que fica mais sujeito a desenvolver lesões, principalmente na coluna, nos ombros e nos braços. Por isso, o trabalhador nunca deve carregar pesos além da sua capacidade. Todos os riscos ergonômicos no ambiente de trabalho que foram aqui mencionados podem ser evitados. Para isso, é importante que a empresa passe por uma análise ergonômica e corrija o que for necessário para garantir o conforto e a segurança de sua equipe. Os benefícios da ergonomia para a saúde profissional Tendo o entendimento de quais são os riscos ergonômicos em um espaço laboral, você já deve ter se conscientizado sobre a importância da adoção de programas preventivos. Porém, para que realmente compreenda a relevância do que estamos falando, listamos mais alguns benefícios da ergonomia para a saúde profissional. Acompanhe! Redução do sedentarismo dos colaboradores Muitas pessoas dizem que não praticam atividades físicas por falta de tempo. Assim sendo, se as atividades puderem ser feitas na empresa, haverá redução do sedentarismo dos colaboradores. Pequenas pausas durante a jornada de trabalho para fazer alongamentos e exercícios breves combatem o sedentarismo e diminuem as chances de várias doenças se desenvolverem. Minimização de ausências e afastamentos Com funcionários saudáveis, a empresa terá menos registros de ausências no trabalho por conta de doenças. Isso vale tanto para os males físicos, quanto para os mentais. Aumento da produtividade Com a saúde em dia, os colaboradores se sentirão mais produtivos e terão mais disposição para desenvolver as tarefas do seu dia a dia profissional. Valorização dos colaboradores Quando as empresas investem em saúde ocupacional, demonstra aos seus colaboradores que se preocupa com eles. Dessa forma, os profissionais se sentirão mais valorizados e felizes em seu local de trabalho. As melhores maneiras de reduzir o risco ergonômico no ambiente de trabalho Depois de tudo o que já foi mencionado, já deve ter ficado claro que quanto menos riscos o ambiente de trabalho oferecer, melhor. Vale salientar que não existe uma empresa perfeita com índice zero de riscos ergonômicos — os acidentes acontecem e, infelizmente, essa é uma realidade dentro de firmas e indústrias. A boa notícia é que os riscos ergonômicos podem, sim, ser evitados caso as medidas certas forem tomadas. Se você quer promover um ambiente de trabalho mais seguro para os seus funcionários, então confira as dicas a seguir. Identifique e avalie os riscos da sua empresa Todas as empresas apresentam algum tipo de risco ergonômico, mas nem todos os riscos são os mesmos. Cada setor lida com um tipo de maquinário e realiza um trabalho específico, logo, cada negócio tem a sua própria lista de riscos ergonômicos no trabalho. Por exemplo: os de uma siderúrgica não são os mesmos que de uma construtora de imóveis. Portanto, o primeiro passo a se tomar para se reduzir os perigos eminentes em uma empresa é analisar e listar cada um dos riscos. Esse tipo de avaliação deve ser feito por um profissional de segurança e saúde no trabalho. Fique atento a alguns pontos essenciais que devem estar presentes na listagem dos riscos ergonômicos da sua empresa, como: as condições de cada indivíduo; os tipos de equipamentos dentro da empresa (máquinas, bancadas e instrumentos de trabalho); as características do local de trabalho; todos os processos dentro da
Afinal, o que é ergonomia cognitiva e quais seus benefícios?

Se você precisa cuidar da saúde dos funcionários e garantir rendimento para a empresa, sabe que a ergonomia é uma importante área do conhecimento que estuda a relação entre o indivíduo e o ambiente de trabalho, visando melhorar sua atuação de modo saudável. Mas, mais especificamente, o que é ergonomia cognitiva? Para que os funcionários se desenvolvam melhor no plano pessoal e também como colaboradores de uma empresa, é fundamental garantir técnicas ergonômicas eficazes que assegurem seu bem-estar em todos os níveis, como o físico e o cognitivo. Por isso, vamos explicar, neste artigo, o conceito de ergonomia cognitiva, sua importância no ambiente de trabalho e os benefícios para a qualidade de vida dos funcionários. Confira! O que é ergonomia cognitiva? Trata-se de uma das três áreas da ergonomia, cada uma com ênfase em um aspecto do indivíduo. Existem a ergonomia física (que se ocupa da saúde física e psicológica dos funcionários) e a organizacional (que relaciona o bem-estar do indivíduo com a cultura, a política e a comunicação organizacionais). A cognitiva, por sua vez, aborda os aspectos mentais, emocionais e psicomotores do trabalhador. Tem a ver com o processamento de informações no contexto de execução de tarefas e resolução de problemas dentro da corporação. Nesse sentido, está ligada à percepção, atenção, memória e tomada de decisões. A saúde cognitiva dos trabalhadores garante maior satisfação individual e motivação profissional. E, além da melhora na relação do indivíduo com as máquinas, há melhora no relacionamento entre todos os colaboradores. Isso age positivamente na qualidade de vida do indivíduo, bem como na performance de toda a equipe, que se sente valorizada e comprometida com os objetivos da empresa. Quais os principais benefícios? Veja como a ergonomia cognitiva ajuda os colaboradores e a empresa! Melhoria das funções cognitivas Naturalmente, esse ramo da ergonomia melhora os aspectos relacionados à cognição do ser humano. Possibilita melhor percepção dos estímulos ambientais, contribuindo para conscientização do processo das atividades executadas e maior capacidade de análise e avaliação de resultados. Também aumenta a memória e a concentração, permitindo melhor aprendizagem e maior absorção do conhecimento. Além disso, o aumento da atenção contribui para que o indivíduo apresente um raciocínio rápido, habilidade importante para a resolução de problemas no cotidiano do trabalho. Mais qualidade de vida A ergonomia cognitiva visa diminuir os elementos de estresse no trabalho e o cansaço mental dos funcionários para garantir uma equipe satisfeita com o que faz. Assim, proporciona maior conforto, ameniza dores e problemas emocionais — como depressão, ansiedade e alterações de humor —, além de reduzir custos para a empresa com a boa saúde do trabalhador. Um ambiente corporativo saudável permite ao funcionário desenvolver suas funções com bem-estar e satisfação. Sentindo-se bem, o colaborador fica mais motivado para realizar as suas tarefas com empenho e dedicação, além de se sentir mais realizado profissionalmente. Aumento da produtividade Já nos anos 60, os estudos na área verificaram a ligação entre desempenho, uso de máquinas e ergonomia cognitiva. Com as técnicas ergonômicas, os funcionários apresentam melhor desempenho e menos erros e falhas. Isso contribui para que cumpram metas e aumentem a produtividade, sem prejudicar a qualidade de vida. Com isso, o colaborador trabalha com eficiência e traz melhores resultados para empresa. E, ainda, trabalhando com satisfação e melhor performance, sua autoestima é elevada. Isso é fundamental para adquirir confiança e ser mais assertivo nos processos de tomada de decisão e participação, quando necessário. Diminuição da rotatividade Com a satisfação e a qualidade de vida garantidas pela ergonomia cognitiva, a rotatividade dos funcionários diminui, assim como as demissões e as faltas. Com isso, é possível não apenas contar com a presença dos colaboradores, mas fazê-los sentir parte da equipe por se sentirem bem na empresa. Como você pode notar, é essencial implementar os conceitos desse ramo da ergonomia, uma vez que garantem melhores resultados para a organização e, ao mesmo tempo, melhor qualidade de vida para o funcionário. Se o artigo foi útil para você, compartilhe em suas redes sociais! Divulgue o que é ergonomia cognitiva e sua importância!
Descubra aqui por que a semana da saúde na empresa é tão importante

A semana da saúde na empresa é uma ferramenta capaz de elevar a qualidade de vida dos colaboradores no ambiente corporativo. Trata-se de um período dedicado à promoção de atividades preventivas e educativas que gera retornos positivos não apenas para os funcionários, mas também para a produtividade da companhia. Quer saber mais sobre a semana da saúde na empresa? Continue lendo este post e veja todas as vantagens que essa ação proporciona. O que é a semana da saúde na empresa? A semana da saúde é um evento interno em que são oferecidas atividades com o intuito de informar, conscientizar, esclarecer dúvidas e incentivar os colaboradores a cuidar do bem-estar físico e mental. Conheça algumas ações que podem ser incluídas na semana da saúde: palestras e workshops sobre gerenciamento do estresse, ergonomia e prática de atividades físicas; café da manhã ou lanche coletivo com produtos saudáveis para mostrar opções para uma alimentação equilibrada; aulas de dança, ioga ou alongamento como ferramentas para aliviar as tensões do dia a dia; brincadeiras educativas, como jogos de perguntas e respostas; consultas com diferentes profissionais de saúde, como médicos, dentistas, fisioterapeutas e nutricionistas. Quais são os benefícios da semana da saúde na empresa? No atual mercado competitivo de trabalho, as empresas que mais se destacam são aquelas que possuem um grupo de colaboradores com alta qualidade e rendimento. Por isso, engajar os funcionários é essencial para que eles se sintam mais valorizados. Uma das formas de atingir esse objetivo é promovendo a semana da saúde. Conheça alguns benefícios que essa prática gera! Redução dos índices de absenteísmo Colaboradores que se exercitam, adotam uma alimentação equilibrada e manejam bem o estresse são mais saudáveis. Como consequência, se ausentam menos do trabalho por motivo de doença. Aumento da motivação dos colaboradores As ações direcionadas a melhorar o bem-estar dos colaboradores demonstram a preocupação da empresa com a qualidade de vida do funcionário. O trabalhador se sente acolhido e valorizado, realizando suas tarefas com mais comprometimento e sentindo orgulho da companhia em que trabalha. Diminuição no número de acidentes de trabalho De nada adianta investir em equipamentos para prevenção de acidentes ou que proporcionam mais conforto aos colaboradores se os funcionários não forem orientados a usá-los corretamente. A semana da saúde é uma ótima oportunidade para conscientização da importância da ergonomia. Melhoria na integração entre os membros da equipe As atividades oferecidas durante a semana da saúde estimulam a convivência dos colaboradores. O companheirismo é importante não apenas para facilitar o trabalho de equipe, mas também pode ser usado para aliviar o estresse do cotidiano. Aumento da produtividade da empresa A otimização da produtividade é a consequência geral das vantagens vistas anteriormente. Afinal, não é nenhum segredo que colaboradores saudáveis física e emocionalmente produzem mais e melhor. Que outros programas de bem-estar corporativo melhoram a produtividade da empresa? Além da semana da saúde, diversas outras ações podem ser implantadas para melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e, consequentemente, a produtividade da empresa. Veja algumas delas: ginástica laboral; análise ergonômica do ambiente de trabalho; acompanhamento médico e nutricional; cinesioterapia laboral. Viu só? Além da semana da saúde na empresa, há muito o que fazer durante todo o ano para promover o bem-estar dos colaboradores. Cuidar dos funcionários é um investimento que tem retorno garantido e beneficia a todos no ambiente corporativo. O que você acha desse assunto? Ficou convencido da importância da semana da saúde na empresa? Deixe um comentário!