Bem estar dá lucro!
Da série “Não precisa acreditar na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia” faremos um artigo com uma coletânea de reportagens de empresas que investem em qualidade de vida e já colhem os frutos. Esperamos mostrar que isso já acontece no mundo real e que não é apenas uma vontade utópica e romântica da Health Care. Começamos por estudos americanos onde dados publicados pela U.S Departament of Health and Human Sevices de algumas empresas que divulgaram o retorno sobre o investimento em programa de Wellness (bem-estar; qualidade de vida) falam por si. A North Utilities teve um retorno de seis dólares para cada dólar investido nestes programas, o CitiBank de 4,56 dólares e a Mororola de 3,93 dólares. Em alguns casos, o retorno sobre ivestimento chega a 6/1. Já escrevemos um artigo sobre esse tema. Você pode acessá-lo clicando aqui. O Jornal Hoje, da Rede Globo, sistematicamente apresenta reportagens sobre o mercado de trabalho e o tema qualidade de vida é recorrente. Destacamos aqui uma dessas reportagens. Empresas do Paraná premiam em dinheiro os colaboradores que cuidam da sua saúde e freqüentam regularmente a academia. Veja o vídeo! O nosso jornal local, Zero Hora, também sistematicamente trás reportagens de iniciativas bem sucedidas de empresas que investiram na qualidade de vida da equipe e que não se arrependem.Clique nas imagens para ler as reportagens na integra. Sites especializados em administração, gestão de saúde e RH publicam a todo o momento estudos e casos bem sucedidos também sobre o tema. Segue alguns deles: Boa gestão da saúde dos colaboradores é investimento para empresas, afirma especialista (http://goo.gl/GAfJN) Qualidade de Vida no Trabalho: Como o ambiente nas empresas pode se tornar fonte de saúde e de maior produtividade (http://goo.gl/kSwmG) Gestão de saúde é gestão de negócios (http://goo.gl/Q9jYM) Pra finalizar, se ainda assim você não está convencido de que vale a pena promover uma cultura de saúde na sua empresa, veja o depoimento desse senhor. Será que ainda cabe a pergunta “vale a pena”?
Envelheça com saúde e qualidade de vida. A hora de começar é agora!
Envelhecimento e qualidade de vida: dois aspectos que antes pareciam tão distantes um do outro, hoje se tornaram cada vez mais próximos. Até meados do século passado havia uma certa idéia corrente de que a chegada da 3ª idade era sinônimo de muitas perdas e o início de um processo de abandono e finitude. Mas hoje, com os avanços nas áreas ligadas à saúde, as pessoas estão conseguindo viver mais e melhor. Será que isto é verdadeiro para todas as pessoas? Poderíamos viver mais e melhor do que estamos realmente vivendo hoje em dia? Este início do século XXI mostra uma preocupação grande com a questão da Qualidade de Vida. Observamos um aumento considerável de artigos sobre pesquisas em qualidade de vida, principalmente em relação aos idosos. Qualidade de vida tem a ver com a nossa percepção de como estamos envelhecendo. As pesquisas mostram que o processo de envelhecer de forma saudável é dependente em 50% de nosso estilo de vida, sendo o restante relativo ao meio ambiente e a carga genética. Isto mostra que, pelo menos, metade dele depende do que nós fazemos com nossa própria vida ou do que deixamos de fazer. Dependendo dos hábitos de vida, o início do processo de envelhecimento varia na população, podendo ocorrer por volta dos 40 anos em algumas pessoas e depois do 50 anos em outras. Mas independentemente desse início, todos os seres humanos serão afetados pelo processo de envelhecimento, ocorrendo, entre outros fatores, perda da massa muscular, diminuição da densidade óssea, enrijecimento das grandes artérias, maior espessura das pequenas artérias, aumento da pressão arterial em repouso e durante o esforço. Dessa forma pode-se compreender a extrema importância dos exercícios físicos para a manutenção ou o aumento da qualidade de vida na pessoa que está envelhecendo, assim como o tipo, prescrição e a observação desses exercícios a serem desenvolvidos para a população em questão, entre eles os de força, aeróbico, flexibilidade, equilíbrio, agilidade e os combinados. O adulto que não está engajado em um programa de treinamento de força pode perder, aproximadamente, 400 a 500 g de massa muscular por ano depois da quinta década de vida. Porém até o final da década de 1980, as pesquisas científicas não enfatizavam o treinamento de força muscular para idosos. Todavia, a partir de 1990, os estudos demonstraram que idosas frágeis em com faixa etária muito elevada, por volta de 90 anos, possuíam capacidade de aumentar força muscular em torno de 145%, além de incrementar em até 50% a sua velocidade de deslocamento a partir de um único exercício com alta intensidade. Os exercícios escolhidos dependem dos objetivos e alguma eventual limitação clínica do idoso. Os exercícios de força devem inicialmente estar voltados aos grandes grupos musculares, aumentando gradativamente sua intensidade sem esquecer o intervalo para recuperação. A duração depende do objetivo a ser alcançado. Considerando o treinamento voltado para a saúde e qualidade de vida, torna-se imprescindível a inclusão de exercícios do cotidiano do idoso. Quanto aos exercícios aeróbios, sua principal função está voltada à redução dos riscos para doença cardiovascular. O treinamento de flexibilidade também tem uma importância muito grande para a manutenção e melhora da autonomia no idoso, possibilitando uma maior amplitude de movimento. Recomenda-se o alongamento nos membros inferiores e na musculatura posterior do tronco. O equilíbrio e a agilidade são qualidades física importantes a serem inseridas em um programa de exercícios para idosos pois reduzem o risco de quedas. Atividades como o tai chi podem melhorar muito o equilíbrio em idosos. Os exercícios envolvendo especialmente o equilíbrio e agilidade devem ser inseridos no início da sessão, a fim de que o sujeito possa realizá-los sem fadigar, otimizando as respostas motoras. Portanto, nunca é tarde para começar, movimentar-se é essencial para a máquina perfeita que é nosso corpo não enferrujar, sem dúvida os exercícios físicos são benéficos para um envelhecimento com saúde e qualidade de vida. Já dizia um sábio chinês “A preguiça é tão lenta que a pobreza de espírito alcança”. Autor: Alexandra dos Santos Teixeira – Professora da equipe Health Care (contato: [email protected])
LER/DORT – Como se proteger desse mal?
O desgaste de estruturas do sistema músculo-esquelético atingem várias categorias profissionais e têm várias denominações, entre as quais Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort), adotadas pelos ministérios da Saúde e da Previdência Social. No ano de 2009, somente no Brasil, foram registrados 10.867 casos de LER/Dort. Apesar deste número estrondoso, o Sistema Único de Saúde (SUS) não oferece qualquer tipo de prevenção e quase nenhum tipo de tratamento às doenças. Mais grave ainda é a omissão de grande parte dos médicos peritos do INSS que, por diversas vezes, não reconhecem a doença presente, dão alta programada e não encaminham para o processo de reabilitação. Com isso, o trabalhador volta às mesmas atividades laborais antes exercidas, mesmo sem condições físicas. A etiologia das LER/Dort é multifatorial o que torna fundamental a análise dos vários fatores de risco envolvidos direta ou indiretamente. Os fatores de risco não são necessariamente as causas diretas das LER/Dort, mas podem gerar respostas que produzem as LER/Dort. Os fatores de risco não são independentes, interagem entre si e devem ser sempre analisados de forma integrada. Envolvem aspectos voltados à movimentação do funcionário em ambiente de trabalho, a forma como ele pensa, sente, se relaciona, além da organização do trabalho proposto. Conforme Maria Maeno, pesquisadora da Coordenação da Saúde e Trabalho da Fundacentro, os fatores organizacionais como carga de trabalho e pausas para descanso podem controlar com que frequência e intensidade agem os fatores de risco. Uma das formas de combate as LER/Dort é a adequação ergonômica do ambiente de trabalho. Para, além disso, a promoção da saúde em ambiente laboral contribui para a redução da incidência da LER/Dort, reduz a probabilidade de acidentes no trabalho, contribui direta ou indiretamente para a melhoria do relacionamento interpessoal, o que promoverá um aumento da produtividade com qualidade. Nesse sentido, a Health Care vem trabalhando para, através de ações que promovam o auto-cuidado e proporcionem uma prática regular para aprimoramento da aptidão física das pessoas, melhorar a qualidade de vida de nossos clientes. Através do desenvolvimento de um Programa de Qualidade de Vida Corporativo (conheça nossa metodologia e nossos resultados), temos chegado a resultados bastante positivos, onde, os funcionários se beneficiam com a redução das incidências de LER/Dort, aumento da força nos braços, região lombar e flexibilidade, além de redução nas dores. Enquanto que a empresa se beneficia com este programa de qualidade de vida através da redução dos afastamentos e alta médica sem deslocamento externo, as pessoas envolvidas no programa ganham saúde física e mental, trabalhando assim mais dispostas e satisfeitas. Autor: Prof. Daniel Garlipp (Doutorando em Ciência do Movimento Humano – EsEF/UFRGS) – [email protected]
Saúde e trabalho no Brasil!
Saúde e trabalho no Brasil, por Ricardo Carvalho Fraga* Várias áreas do conhecimento têm estudado a saúde e o ambiente do trabalho. A partir da construção legislativa do conceito de “nexo técnico epidemiológico”, novos enfoques são necessários. Desde 2006, a Lei 8.213 tem o seu artigo 21-A, com nova redação. Já tem sido salientado que “o combate à subnotificação, como no Brasil com o Ntep, e o melhor reconhecimento das doenças profissionais em outros países demonstram que é preciso conhecer com profundidade onde ocorrem os acidentes e doenças para poder atuar mais incisivamente na prevenção acidentária e na melhoria e qualidade dos locais de trabalho. Muitos países, em seus planos de SST (saúde e segurança no trabalho), quer anuais, quinquenais ou decenais, têm metas na redução dos acidentes fatais e graves e atuam para diminuir as doenças profissionais, entre as quais as contaminações por amianto, os problemas mentais e os decorrentes da LER/Dort”, nas palavras de Wanderley Codo e Remígio Todeschini, no livro Saúde e Trabalho no Brasil – Uma revolução silenciosa – O Ntep e a Previdência Social (São Paulo, Editora Vozes, 2010, p. 149). Tais esforços da estatística e da sociologia, da medicina e biologia, da psicologia e psiquiatria, cada vez mais, exigem novas e superiores respostas do Direito. Após a reforma do Poder Judiciário, através da emenda constitucional de 2004, a Justiça do Trabalho tem sido chamada ao tema. São inúmeras as demandas sobre controvérsias resultantes dos acidentes do trabalho. Recorde-se que, em tempo recente, o Brasil já foi o primeiro lugar no mundo nestes acidentes. Hoje, com melhores análises dos números em todos os países, já se percebeu que estamos em quarto lugar, em números absolutos. Nos primeiros lugares, estão China, Índia e Indonésia, com populações muito mais numerosas. Estes dados estão registrados, entre outros, por Fernando Maciel, no livro Ações Regressivas Acidentárias (São Paulo; Editora LTr, 2010). Além dos acidentes, propriamente ditos, a saúde mental é de ser preservada. O estresse no trabalho tem sido debatido por instituições internacionais, como a International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR). Oportunos são os intercâmbios sobre os mencionados conhecimentos afins. Esperançoso é saber que alguns vários profissionais estão capacitados a melhor orientarem as empresas e trabalhadores para uma vida mais saudável, também no ambiente de trabalho. *JUIZ DO TRABALHO NO TRT-RS (Artigo Zero Hora, dia 18/06/2011)
O colesterol supermau – Combinação explosiva pode elevar ainda mais o risco do colesterol a nossa saúde
Cientistas britânicos descobrem um tipo de colesterol que adere mais à parede das artérias, elevando as chances de infarto Pesquisadores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, anunciaram a descoberta do tipo de colesterol mais nocivo identificado até agora. Trata-se, na verdade, de uma forma de LDL com ação ainda mais prejudicial. Conhecido como colesterol ruim, o LDL deposita-se na parede dos vasos sanguíneos, obstruindo a passagem do sangue. A falta da irrigação sanguínea pode levar a um infarto do miocárdio (se ocorrer no coração) ou a um acidente vascular cerebral (AVC), quando a interrupção da circulação se dá em um vaso localizado no cérebro. O trabalho que revelou como se dá a formação do novo gênero de colesterol foi patrocinado pela Associação Britânica para o Coração e está publicada na edição online da revista científica “Diabetes”. O que os cientistas descobriram foi que, em determinadas circunstâncias, o LDL passa por um processo no qual moléculas derivadas do açúcar juntam-se a ele. Quando isso acontece, o LDL muda de formato. “Essa alteração expõe regiões na superfície do LDL que apresentam maior poder de aderência à parede dos vasos sanguíneos do que o LDL original”, explicou à ISTOÉ Naila Rabbani, pesquisadora do Grupo de Pesquisa de Sistemas Biológicos da universidade e coordenadora do trabalho. O resultado é que esse LDL (batizado de Mgmin-low-density lipoprotein) gruda mais nas paredes das artérias, tornando o acúmulo de gordura mais intenso. Os pesquisadores acreditam que esta é uma das razões pelas quais os diabéticos sejam tão vulneráveis a acidentes cardiovasculares. Nesses pacientes, a concentração das moléculas derivadas de açúcar que modificam a forma do LDL é de duas a cinco vezes maior do que entre os não-diabéticos. Portanto, argumentam eles, é de se supor que os portadores de diabetes apresentem taxas mais elevadas desse colesterol. Além deles, os estudiosos creem que os idosos também sejam mais vulneráveis. Por enquanto, não há medicação específica contra o colesterol supermau. Tampouco há um exame diagnóstico disponível. “Mas estamos trabalhando nisso”, adiantou Naila. A única maneira de se proteger é adotar uma dieta equilibrada, evitando excessos com açúcar e gorduras. “É preciso tentar evitar a oxidação do LDL”, explicou o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. Fonte: Isto É independente (http://goo.gl/2AlHo)
Falta de atividade física no trabalho aumenta obesidade
Saiu na folha.com um artigo muito interessante que constatou que a falta de atividade física no trabalho contribui para os índices alarmantes de obesidade. Segue texto. Grifamos algumas partes interessantes! Um grupo de pesquisadores americanos identificou um novo culpado da epidemia de obesidade nos EUA: os locais de trabalho. Uma revisão das mudanças ocorridas no mercado de trabalho desde 1960 sugere que grande parte do ganho de peso observado nos últimos anos pode ser explicada pelo declínio da atividade física no trabalho. Os empregos que exigiam atividade física moderada, que em 1960 respondiam por 50% dos postos no mercado, caíram para 20% nos EUA. Os 80% restantes envolvem trabalho sedentário ou exigem atividade só leve. O relatório mostra ainda que, em 1960, metade dos americanos tinha um trabalho que fisicamente exigente. Hoje, só um em cinco tem um nível alto de atividade no emprego. Timothy S. Church, pesquisador do Centro Pennington de Pesquisas Biomédicas, em Baton Rouge, Louisiana, e autor principal do estudo, nota que a pesquisa não leva em conta os avanços tecnológicos que contribuem para o sedentarismo, como a internet. Isso significa que a perda de gasto energético no emprego pode ser ainda maior do que o apontado na pesquisa. Arte CALORIAS A mudança de hábitos se traduz em até 140 calorias gastas a menos por dia no trabalho, dado que corresponde ao ganho constante de peso no país nas últimas cinco décadas, diz o estudo publicado na revista “PLoS One”. (adendo Health Care: 140 calorias apenas no trabalho. Somando as que deixamos de gastar nas horas que estamos fora dele esse número pode chegar a 300) A nova ênfase na atividade no trabalho representa uma mudança importante e sugere que os profissionais de saúde tenham deixado de lado um dado crucial que contribuiu para o problema do excesso de peso. COMIDA OU EXERCÍCIO A descoberta coloca pressão sobre as empresas, para que intensifiquem as iniciativas de saúde nos escritórios. “Muita gente diz que o problema está só na comida. Mas os ambientes de trabalho mudaram tanto que precisamos repensar como enfrentar esse problema”, disse Church. Sua pesquisa é a primeira a estimar o gasto calórico diário que se perdeu no trabalho nos últimos 50 anos. Durante anos, o papel da atividade física no problema da obesidade foi incerto. Estudos já mostraram que a quantidade de atividade física em horas de lazer ficou estável nas últimas décadas, período em que a população só fez engordar. Esse fato cria um impasse para os pesquisadores que tentam explicar a explosão de obesidade. Em função disso, boa parte da atenção está concentrada na ascensão da fast food e do consumo de refrigerantes. Outras pesquisas dizem que a maior adoção do transporte particular em vez do público e o aumento do tempo gasto diante da televisão têm contribuído para engordar os EUA e o mundo. Mas nenhum desses fatores pode explicar por completo as mudanças nos padrões de ganho de peso. “Precisamos pensar na atividade física como um conceito mais amplo do que apenas os exercícios feitos em momento de lazer”, afirmou Ross C. Brownson, epidemiologista na Universidade Washington, em St. Louis. “Eliminamos a atividade física de nossas vidas. Precisamos encontrar maneiras de reinseri-la no cotidiano, fazendo caminhadas na hora do almoço, por exemplo, e não só nos exercitando na academia.” Fonte: Folha.com TARA PARKER-POPE – Do “NEW YORK TIMES” – Tradução de CLARA ALLAIN
Prevensul – Nosso Stand!
Até o momento a feira Prevensul está muito bacana e produtiva! Nosso stand ficou muito bonito e funcional. Se sua área de atuação tem a ver com saúde e segurança do trabalho, apareça! Segue fotos!
Iniciativa das grandes cidades promove musculação ao ar livre
Com apoio da iniciativa privada e de algumas prefeituras, começa a se espalhar pelo país academias de ginástica ao ar livre. Normalmente instaladas em parques e praças, essas academias têm atraído a atenção de muita gente – a intenção desse projeto é fazer com que a população adquira o hábito de se exercitar, proporcionando com isso uma saúde melhor. Como somos entusiastas desse assunto, promovemos por aqui essa modalidade como uma alternativa altamente eficaz e de custo zero. Prática regular nos povos do oriente, com práticas diárias de exercício físico ao ar livre, a novidade invade nossa cultura como forma de promover hábitos mais saudáveis em busca de uma melhor qualidade de vida. Prova dos benefícios dessa inicitiva é que uma experiência de uma dessas academias populares no RJ revela que a atividade física é capaz de reduzir a pressão alta em 97% das pessoas participantes e controlar a diabetes em 80% dos casos. Além disso, 20% ainda perderam peso e a mesma porcentagem diminuiu a quantidade de remédios. (clique aqui e veja a reportagem). ESTÁ ESPERANDO O QUE PARA COMEÇAR? QUALQUER DÚVIDA SOBRE COMO FAZER E POR ONDE COMEÇAR, não deixe de entrar em contato conosco!
Menos tempo, mais resultado!
Na revista época foi publicado a matéria abaixo que tem tudo a ver com o artigo que publicamos por aqui chamado: “Treinos intensos queimam mais gordura do que exercícios amenos e demorados“
Treinos intensos queimam mais gordura do que exercícios amenos e demorados
Não costumamos replicar artigos por aqui de outras fontes. Abrimos exceção quando o tema é muito relevante em nossa opinião ou o artigo não destaca as partes mais importantes, algo que, em nossa opinião, facilita a leitura. Sendo assim, como este que está abaixo atende nossas duas exceções, vamos lá. Na realidade a informação abaixo não é nova, mas os mitos proferidos por ai nas academias nunca deixaram que ela viesse a tona. Ou seja, exercícios mais intensos são muito mais eficientes tanto para o condicionamento físico quanto para o emagrecimento quando comparado a velha recomendação dos “30 minutos de caminhada para queimar gordura”. Obviamente que para realizar exercícios intensos nossa estrutura físíca deve ser anteriormente preparada, ressaltando a importância da musculação. Além disso, a intensidade com que conseguimos realizar exercícios físicos intensos passa muito pela nossa “percepção subjetiva de esforço”, a qual difere muito de pessoa para pessoa. Sem mais, grifamos a partes contundentes da reportagem. (Fonte: Portal da educação física) Colégio Americano de Medicina do Esporte conseguiu demonstrar que a intensidade do exercício pode superar a duração em matéria de queima de gordura. Enquanto as academias de ginástica prometem resultados de capa de revista e as estatísticas de obesidade no planeta só crescem, a ciência tenta entender por que tanta gente malha, malha e não emagrece. Uma hipótese que tem recebido atenção dos especialistas é que talvez essas pessoas façam exercícios fáceis demais. Diversos estudos nos últimos anos sugerem que economizar na duração do exercício e apostar na intensidade pode ser mais eficiente do que o “devagar e sempre” recomendado pelos órgãos de saúde. Entre as atividades físicas mais indicadas pelos médicos estão a caminhada, a corrida, a natação e a pedalada, classificadas como aeróbicas, por aumentar o uso de oxigênio na produção de energia. O que normalmente se diz é que, para emagrecer, é preciso fazer esses exercícios por mais de meia hora, pois só depois de uns 20 minutos o corpo passaria a usar a gordura como principal combustível. Mas essa convenção vem sendo contestada. O pesquisador Luiz Carlos Carnevali Jr., que acaba de lançar o livro Exercício, emagrecimento e intensidade do treinamento, diz que essa é uma meia verdade. “Para usar mais gordura durante o exercício, é preciso um esforço prolongado”, diz ele. “Mas, se o esforço for suficientemente intenso, a gordura será usada do mesmo jeito, depois do exercício.” Carnevali sustenta que a prática frequente de esforço físico intenso produz alterações metabólicas que explicam essa transformação. SEM PARAR – Terezinha de Oliveira mostra, numa academia de São Paulo, os exercícios que a fizeram perder 13 quilos em dez semanas. Durante 30 minutos, ela intercalava exercícios aeróbicos, como a pedalada, com musculação e ginástica sem intervalos. “Era bem intenso”, diz. Mesmo sem se debruçar sobre as explicações moleculares, um estudo publicado em 2008 na revista do Colégio Americano de Medicina do Esporte conseguiu demonstrar que a intensidade do exercício pode superar a duração em matéria de queima de gordura. Divididas aleatoriamente em três grupos, mulheres com obesidade abdominal (circunferência acima de 80 centímetros) fizeram caminhada ou corrida ao longo de 16 semanas. O primeiro grupo se exercitou cinco vezes por semana, com intensidade moderada, em sessões de aproximadamente uma hora. O segundo grupo se exercitou intensamente três vezes por semana, em sessões mais curtas, mas alcançando o mesmo gasto calórico do primeiro grupo (400 calorias) durante as sessões. O terceiro grupo não fez nada. No final, as mulheres que fizeram exercícios intensos tinham perdido muito mais gordura abdominal do que as que fizeram exercícios moderados pelo dobro do tempo. A classificação de intenso ou moderado foi dada pela percepção de esforço das participantes no estudo. As mulheres do exercício moderado afirmavam estar ligeiramente cansadas no final da sessão, enquanto as do grupo da corrida puxada diziam estar cansadas ou muito cansadas. Se estivessem usando medidores de frequência cardíaca, o primeiro grupo estaria com batimentos entre 65% e 75% da capacidade máxima e o segundo mostraria batimentos acima de 85% da capacidade máxima. Quando a intensidade é maior, a duração é inevitavelmente menor, pois os recursos orgânicos disponíveis para manter o esforço simplesmente se esgotam. E essa parece ser a vantagem de trocar a duração pela intensidade. Para o pesquisador Arthur Weltman, da Universidade de Virgínia, um dos responsáveis pelo estudo, a explicação para o efeito emagrecedor do exercício curto e intenso está no período de recuperação. “Não devemos levar em conta apenas as calorias efetivamente gastas durante o exercício”, diz Weltman. “Quando o exercício é intenso, o corpo precisa de muitas calorias para se recuperar. É nesse momento de recuperação que ele queima mais gordura.” Um dos responsáveis por isso parece ser o hormônio de crescimento, que estimula a queima de gordura e cuja produção é aumentada pelo esforço físico. Quanto mais intenso o exercício, mais hormônio do crescimento é liberado. Quando o exercício é moderado, quando não “perturba” o organismo, explica o pesquisador, a recuperação não requer tanta energia. Foi preciso que Terezinha de Jesus de Oliveira perturbasse muito seu sistema energético para perder 13 quilos em dez semanas. Até então, ela fazia ginástica leve, sem resultados. “Eu fazia as aulas sem suar muito. Se ficasse um pouco cansada, já estava bom”, diz. O quadro mudou quando um professor a convenceu a participar de um programa especial de emagrecimento. Ela teve de suar para valer em circuitos de 30 minutos (metade do que duravam as aulas que costumava frequentar) que intercalavam ciclos de 3 minutos de exercícios aeróbicos com musculação e ginástica. O revezamento mantinha a frequência cardíaca sempre alta. “Era corrido, rápido e intenso”, diz Terezinha. “Eu saía de lá achando que não voltaria, mas acabei gostando por causa dos resultados. Saí da zona de conforto.” Alguns treinadores apostam no desconforto como parâmetro para suas aulas. Segundo o personal trainer José Alexandre s Filho, seus alunos frequentemente são levados a sentir “o coração batendo na traqueia”. “É assim que a gente prepara para uma oxigenação melhor”, diz José Alexandre. Para Julio Cezar Papeschi, dono de uma academia