Os exercícios nesse espaço tem me ajudado mais a cada dia. Recebi até um aumento de salário apenas pelo simples fato de não precisar mais comprar remédio.
“Por recomendação médica, fiquei 25 anos sem poder disputar uma corrida, mas a partir da Cinesioterapia consegui até voltar a competir. Os exercícios nesse espaço tem me ajudado mais a cada dia. Espero que outras pessoas utilizem, pois é um investimento da empresa. E na verdade, eu recebi até um aumento de salário apenas pelo simples fato de não precisar mais comprar remédio.” Conheça um pouco mais de Adão Sérgio Leal, participante do Programa de Qualidade de Vida implantado na empresa.
Evento de Saúde – Dia do Motorista Kruger Conventos
Sob o tema “Motorista, venha dar uma direção mais saudável a sua vida” a Kruger Conventos, em parceria com a Health Care, desenvolveram um evento de saúde aos seus colaboradores no último sábado (13.09.2011). Com atividades variadas, os motoristas puderam se informar, conhecer seus indicadores de saúde e ainda iniciar, ali mesmo, uma prática de exercícios físicos. O evento iniciou com uma palestra do Professor Dr. Daniel Garlipp com o tema “Exercício Físico, um incentivo a prática”. Após, tivemos a sessão medidas, onde os participantes puderam conhecer seu IMC (índice de Massa Corporal) e a circunferência da cintura, dois indicadores de saúde. Na seqüência, a Health Care preparou uma caminhada orientada no pátio da empresa seguida de um aulão super descontraído. Para finalizar, um bom alongamento. Segue as fotos do evento
Por um ambiente mais saudável
Por um ambiente mais saudável Projeto de lei pode obrigar empresas com mais de 51 funcionários a contratarem técnicos de segurança do trabalho No sentido de melhorar as condições de trabalho e saúde dos funcionários, está tramitando na câmara dos deputados federais, novas diretrizes e ações para a lei 10.666/2003 – Fator Acidentário de Prevenção (FAP), que visam incentivar as empresas a adotarem práticas de prevenção de acidentes e reduzir as alíquotas de contribuição ao Seguro de Acidente de Trabalho (SAT). O imposto, que será mensurado a partir dos riscos como pensão por morte e invalidez, auxílio-doença e acidente no trabalho, terão diferentes pesos. Assim, as empresas que pagam de 1 a 3% de imposto sobre a folha de pagamento dos funcionários, poderão ter a diminuição de alíquotas de 0,5 a 2,0 pontos percentuais ou podem até dobrar, caso a empresa não adote as novas medidas impostas. São classificados em sete riscos (profissionais, ambientais, químicos, biológicos, ergonômicos e acidentários) a exposição dos trabalhadores nos ambientes de trabalho, sendo variável de acordo com o ramo de atividade da empresa. Com o projeto de lei, a intenção é aferir esses riscos e criar condições mais seguras para os funcionários no ambiente de trabalho, a partir de medidas técnicas, educacionais, médicas e psicológicas. Projeto de lei Outra novidade é o projeto de Lei 469/11 do deputado Onofre Santo Agostini (DEM-SC) que propõe a obrigatoriedade para as empresas com 51 a 100 empregados a contratar dois técnicos de segurança do trabalho e empresas com 101 a 200 empregados, três técnicos. Acima de 200, deverão contratar um técnico de segurança adicional para cada grupo de 150 empregados. Se aprovado, as empresas terão prazo de 180 dias para cumprir a norma. Para o deputado, o projeto não vai afetar a lucratividade das empresas. “À primeira vista, pode-se pensar em um acréscimo de custo, mas apesar do primeiro impacto na folha de pagamento, estatísticas da Previdência Social comprovam elevado gasto de recursos em razão de afastamento por acidente de trabalho”, afirma. Ele cita também a perda de lucros que a empresa sofre em razão dos dias não trabalhados pelo funcionário afastado. “As ações preventivas, quando administradas por profissional competente, não chegam a significar 10% da despesa realizada por ações curativas, tanto pelo lado produtivo quanto na perspectiva de uma vida mais saudável e equilibrada para os trabalhadores”, sustenta o deputado. Realidade brasileira Segundo dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, as medidas visam diminuir os casos de acidentes que vem crescendo assustadoramente. Em 2007, o número era de 653 mil e, em 2009, foram 723 mil ocorrências com 2.496 óbitos. Além da perda de vidas humanas e dos efeitos decorrentes, os acidentes e doenças do trabalho causam relevante impacto orçamentário para a Previdência Social, que despende cerca de R$ 10,7 bilhões por ano com o pagamento de auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadorias. As causas de acidente e morte do trabalho são diagnosticadas pelo médico do INSS a partir de uma abordagem coletiva, que compõe a ligação do NEP Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário,o NTEP, documento que descreve a relação estatístico-epidemiológica que se estabelece na empresa, o código de doença CID – Classificação Internacional de Doença – e o CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas, da empresa . Assim, presume-se ocupacional o benefício por incapacidade em que o atestado médico apresenta um código de doença que tenha a relação com o CNAE da empresa empregadora do trabalhador e quando o nexo causal passa a ser essencialmente de natureza epidemiológica. Tanto o diagnóstico médico quanto a conclusiva sobre a causa são uma conjectura probalística constatada através da observação do aumento da frequência da doença ou acidente em determinados grupos ocupacionais. Como o FAP de cada empresa será apurado anualmente, a cada ano incorporam-se as ocorrências do ano anterior e as empresas devem começar agora a implementar condições para um ambiente de trabalho mais seguro e saudável, tanto para diminuir o fator multiplicador a ser aplicado, como para requerer a não aplicação do NTEP. Portal HSM com informações da Agência Câmara de Notícias e site da Previdência Social. 01/08/2011
Claro é condenada a pagar R$ 500 mil por não emitir comunicações de acidentes de trabalho

Destacamos aqui essa notícia pois essa é uma tendência. Ou as empresa passa a cuidar mais de seus funcionários ou o bolso vai começar a doer. A Claro foi condenada a pagar R$ 500 mil em indenização por danos morais coletivos, pois não emitiu comunicação de acidente de trabalho (CAT) em relação a empregados do tele-atendimento que desenvolveram algum tipo de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo / Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A empresa condicionava a emissão da CAT a uma avaliação prévia, realizada por seus médicos, da existência de nexo causal entre a atividade desenvolvida pelo trabalhador e a lesão verificada.Informado pelo Sindicato dos Telefônicos dessa prática, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressou com ação civil pública para que fosse imposto à ré a emissão regular da CAT, multa de R$ 5 mil por dia de descumprimento e pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$500 mil. O juiz Elson Rodrigues da Silva Junior, da 10ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, julgou procedente em parte o pedido do MPT, determinando que fossem expedidas as CAT’s sem pré-avaliação do nexo, além de multa de R$ 1 mil por dia de atraso por CAT não emitida.Os recursos foram distribuídos à 6ª Turma do Tribunal do Trabalho do Rio Grande Sul, tendo por relatora a desembargadora Maria Inês Cunha Dornelles. A Claro argumentou jamais ter se esquivado de emitir as comunicações, e que é correta a pré-avaliação do nexo causal. O MPT renovou a solicitação de indenização por danos morais coletivos.A des.ª Maria Inês, confirmando a sentença, asseverou que “como se trata de obrigação patronal, (…) uma vez diagnosticada (ou haja simples suspeita) da ocorrência de LER/DORT, deve ser emitida a CAT, sem qualquer outro juízo relativamente ao nexo de causalidade que, repita-se, é atividade própria do Instituto Previdenciário”. Sobre a indenização, afirmou não ter dúvida de que o procedimento de realizar avaliação de nexo causal previamente à expedição da CAT “acarreta efetivo constrangimento na coletividade, tanto para os empregados que necessitam de tratamento médico por apresentarem quadro de LER/DORT, quanto aqueles que podem vir a necessitar de atendimento por este mesmo motivo”. Assim, votou pela concessão da indenização por danos morais coletivos de R$500 mil, valor a ser revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, no que foi acompanhada à unanimidade.Fonte: TST – Tribunal Superior do Trabalho
Empresas se preocupam com excesso de peso e colesterol dos profissionais
Continuando a série “Não precisa acreditar na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia” por favor leia a matéria que segue abaixo. Ela é muito esclarecedora. Grifamos as partes mais importantes. Por: Karla Santana Mamona (Infomoney) A preocupação com o peso, colesterol elevado, diabetes e hipertensão deixou de ser um assunto exclusivo dos consultórios médicos para ser discutido também no ambiente de trabalho. Para ter profissionais mais saudáveis, algumas empresas investem em programas de saúde. É o caso da Caixa Seguros e da Acesso Digital. Na Caixa Seguros, os profissionais interessados em emagrecer podem contar com a ajuda dos Vigilantes do Peso. O programa, que incentiva a reeducação alimentar, tem 75% do custeio pago pela seguradora. A coordenadora de qualidade de vida da Caixa Seguros, Maria Cláudia Laborne, explica que o valor pago pelos funcionários é uma maneira de fazer com que eles se comprometam com o programa. O valor é descontado diretamente na folha de pagamento. Outra vantagem é que as reuniões semanais acontecem dentro da empresas. “Quem participa do programa se motiva junto com o colega e incentiva outras pessoas a participarem”, afirma Maria Cláudia. Uma das participantes foi a analista de Recursos Humanos, Ana Elisa Rosa Lopes Chaves, que emagreceu 11 quilos até o momento. A meta da profissional são 14 quilos. Ana, mãe de dois filhos, se inscreveu no programa porque não tinha mais fôlego para as atividades diárias. “Depois de emagrecer, estou com mais pique, mais energia e bom humor. Eu me inscrevi para buscar qualidade de vida”, diz. Adeus ao sedentarismo Na Acesso Digital, o programa que incentiva a prática de exercícios surgiu devido ao sedentarismo dos profissionais. Além de não fazerem exercícios, eles consumiam guloseimas como chocolates, biscoitos, balas, entre outras. Pensando nisso, a empresa elaborou o programa “Ser Saudável”, que visa a promover a reeducação alimentar e os hábitos saudáveis. A gerente de Marketing e Comunicação Interna, Gabrielle Teco, afirma que, no início do programa, as pessoas ficaram um pouco assustadas com a iniciativa da empresa, mas, com o passar do tempo, elas foram descobrindo as vantagens de fazer atividades físicas. Vale lembrar que a participação do programa não é obrigatória. Uma maneira de incentivar os colaboradores a participar do programa foi oferecer um bônus de R$ 500 no final do ano. Mas, para receber a bonificação, os profissionais têm de ter frequência de 50% nas aulas, que ocorrem duas vezes por semana em um parque próximo à empresa. Além disso, os profissionais têm de apresentar resultados bons em exames que medem taxas de colesterol, glicose, entre outros. “Quem faz exercício é mais produtivo e tem menos doenças. Além disso, fazer atividade com o colega incentiva na integração”, explica Gabrielle. Atitudes positivas Para o presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Alberto Ogata, ações como destas empresas são fundamentais para incentivar a qualidade de vida dos profissionais. No caso de profissionais obesos, o especialista explica que eles produzem menos e gastam mais com assistência média. Ogata destaca que ganhar peso com o passar dos anos é normal, mas, se a pessoa chegar à obesidade, a empresa pode ser prejudicada com esta situação. “Quando ela [empresa] contratou há 20 anos, esta pessoa era magra. Com o passar dos anos e com o envelhecimento, o profissional engordou. Todo o investimento em treinamento que foi feito pode ser jogado fora”, diz. Por fim, o especialista alerta que o peso não deve ser a única preocupação das empresas. Elas devem estar atentas especialmente aos indicadores de saúde, como o de colesterol elevado, hipertensão e diabetes. Leia também: – Programa Cinesioterapia Laboral – Um caso de sucesso no tratamento a doença ocupacional – Bem estar dá lucro! – RETORNO SOBRE INVESTIMENTO DE PROGRAMAS DE QUALIDADE DE VIDA CORPORATIVOS CHEGAM A 6/1 – LER/DORT – Como se proteger desse mal?
Cinesioterapia – Trabalho e corpo em sintonia

Matéria publicada no jornal interno dos Correios a respeito do Programa Cinesioterapia Laboral. “Por recomendação médica, fiquei 25 anos sem poder disputar uma corrida, mas a partir da Cinesioterapia consegui até voltar a competir. Os exercícios nesse espaço tem me ajudado mais a cada dia. Espero que outras pessoas utilizem, pois é um investimento da empresa. E na verdade, eu recebi até um aumento de salário apenas pelo simples fato de não precisar mais comprar remédio.” Leia a reportagem na íntegra logo abaixo. Não deixe de ler também o artigo “Programa Cinesioterapia Laboral – Um caso de sucesso no tratamento a doença ocupacional” Leia também: Bem estar dá lucro! RETORNO SOBRE INVESTIMENTO DE PROGRAMAS DE QUALIDADE DE VIDA CORPORATIVOS CHEGAM A 6/1 LER/DORT – Como se proteger desse mal?
Atividade física incidental – pequenas atividades que não parecem exercícios físicos – melhora capacidade cardiorrespiratória, diz estudo
Estudo demostra que 30 minutos diários de atividades incidentais (varrer, buscar papel em outro setor do trabalho, etc) são capazes de melhorar a aptidão cardiorrespiratória e trazer benefícios à saúde ao longo prazo. Mas fica a dica: AJUDA MAS NÃO É O SUFICIENTE! Atividade física incidental melhora capacidade cardiorrespiratória, diz estudo Fonte: Revista Época Pequenas atividades que não parecem exercícios físicos, como ir buscar um papel na impressora ou percorrer curtas distâncias a pé, são capazes de trazer benefícios à saúde ao longo prazo REDAÇÃO ÉPOCA DE LEVE Passear com os cachorros pode ser uma boa opção para quem foge dos exercícios físicos e das academias Você manda um e-mail para se comunicar com um colega de trabalho que senta a poucos metros de você? Vai à padaria próxima de casa usando o carro? Pare com isso. Mexa-se! De acordo com pesquisadores canadenses, a atividade física incidental – aquela que envolve qualquer movimento não chamado formalmente de exercício, pode contribuir bastante para o seu preparo físico. O estudo, realizado pela School of Kinesiology and Health Studies, em Ontário, e publicado no Medicine & Science in Sports & Exercise, afirma que 30 minutos diários de atividades incidentais são capazes de melhorar a aptidão cardiorrespiratória e trazer benefícios à saúde ao longo prazo. “O melhor de tudo é que essas atividades não ocupam muito tempo e não são difíceis de fazer”, diz Ashlee McGuire, pesquisadora principal do estudo. Para chegar ao resultado, os pesquisadores recrutaram voluntários saudáveis, porém sedentários. Eles foram orientados a usarem um acelerômetro, um equipamento que mede a duração e intensidade do movimento, durante uma semana. Os resultados mostraram uma melhora no condicionamento físico dos participantes. A recomendação da Organização Mundial de Saúde é que cada pessoa pratique 30 minutos diários de atividade física pelo menos cinco vezes por semana.
Programa Cinesioterapia Laboral – Um caso de sucesso no tratamento a doença ocupacional
Mais um ano se passou na chamada “cinésio”. Forma carinhosa como os empregados de uma empresa que atuamos se referem ao Programa Cinesioterapia Laboral. Pois bem, é hora de avaliar novamente os resultados. Fizemos um complexo levantamento no primeiro ano quando a “cinésio” ainda não era um programa e sim apenas um projeto. Dados publicados pela própria empresa ressaltaram como principais resultados uma redução em 17% nos afastamentos e no grande percentual (78%) de empregados que tiveram alta médica sem deslocamento externo, economizando tempo e gerando maior produtividade. Os resultados bastantes significativos encontrados na época justificaram a permanência do projeto e sua posterior transformação em Programa Cinesioterapia Laboral. Neste último relatório, fizemos um levantamento, embora mais simplificado, não menos qualificado. Além das avaliações de costume como da composição corporal, da aptidão física (força e flexibilidade), de dor e desconforto e do estilo de vida, acrescentamos dessa vez a análise das frequências individuais. E é por esta análise que começaremos nossa explanação. Cada empregado envolvido no programa tem direito a 2 sessões semanais dentro do horário de trabalho, número que totaliza em média 9 sessões por mês. O tempo das sessões varia entre os setores, mas fica entre 30 e 45 minutos. Planificamos, ao longo dos últimos 12 meses, as frequências mensais de cada participante e, ao final, fizemos uma média anual por participante. E nada como os números para acabar com os romantismos e nos dar um choque de realidade. Percebemos que não mais de 20% dos participantes frequentavam a “cinésio” acima de 7 vezes por mês. Nove sessões é raridade. A maioria tem uma frequência média mensal de 5 ou 6 sessões. Quando a média é 5 ou 6, quer dizer também que muitos ficam na casa das 3 ou 4 sessões por mês. As ausências ocorrem por uma série de motivos. Entre elas estão folga, treinamentos, excesso de carga, preguiça, afastamentos, etc. Surpresa ingrata? Entendemos que não. Porque? Porque com esta análise de frequências pudemos chegar a uma conclusão operacional bastante importante. Se cada participante frequenta o Programa Cinesioterapia Laboral em média 6 vezes por mês durante um período de 45 minutos, esse participante fica fora do seu posto de trabalho 4,5 horas por mês. Se este empregado tem um contrato de 44 horas semanais de trabalho, conseqüentemente possui uma carga horária mensal de 184,8 horas. Então quer dizer que este empregado passa APENAS 2,4% do tempo em que permanece na empresa dentro do programa cinesioterapia laboral cuidando da sua saúde. E tem gestor que acredita que a “cinésio” atrapalha a operação. Em nossa opinião, esse tempo de 2,4% fora do posto de trabalho é irrelevante no contexto geral da capacidade produtiva de cada indivíduo. Mais ainda. Reforçando a tese de que a surpresa não é ingrata, reparem que mesmo com 4,5 horas mensais em contato com os participantes, conseguimos gerar resultados sigificativamente positivos na vida dessas pessoas. Quando analisamos a satisfação dos usuários do programa, destacamos rapidamente o seguinte: A maioria (64%) das 84 pessoas que responderam a pesquisa são homens entre 30 e 50 anos; Os professores e os fisioterapeutas estão em alta pois 98% dos participantes avaliam entre bom e excelente os critérios cordialidade, destreza, conhecimento e motivação dos nossos profissionais; 93% dos participantes consideram “muito importante” o programa para as demandas do TRABALHO; 92% dos participantes consideram “muito importante” o programa para as demandas do DIA-DIA; Todos os participantes (100%) relatam sentir-se melhor após o programa, sendo que 64% sentem-se “muito melhor” e 36% sentem-se “melhor”; 86% dos participantes que relataram dor antes do inicio do programa afirmam que suas dores “diminuíram muito”; E 100% deles entendem que o programa deve continuar. ABAIXO SEGUE ALGUNS RELATOS DOS EMPREGADOS DA ECT. Destacamos aqueles que citam a empresa ECT pela iniciativa. Minha opinião é muito positiva, me ajudou e ainda me ajuda, afinal o tipo de serviço que faço exige força e postura correta. Espero que continue. Importante no processo de reabilitação e bem estar. Grande acerto da ECT. Acho que os coordenadores deveriam se comprometer mais em relação a liberação dos funcionários na hora da cinesio e não desestimular o funcionário. Um benefício muito importante que a empresa disponibiliza aos empregados. O serviço prestado pelos professores é muito bom e sempre que houver novidades em relação ao assunto serão bem vindos. É uma forma da empresa valorizar seus empregados agregando qualidade de vida. Acho ótimo pois harmoniza nossa satisfação em fazer com o trabalho, pois não tendo dor trabalhamos melhor e com mais motivação. Oferece aos colaboradores melhorias nas condições fisicas para o trabalho, aumentando conseqüentemente a qualidade de vida de um modo geral. Fantástico!!! Nesses 25 anos de empresa não tinha visto um programa que desse tanta importância aos empregados. A cinesio mudou bastante a minha vida. Apesar de ser pouco tempo de atividades fisicas, as dores acabaram podendo desempenhar minhas funções com mais animo. Me sinto muito melhor. No âmbito da composição corporal, perceberemos no gráfico a seguir a evolução das variáveis, em termos percentuais, neste último ano. Podemos perceber que há uma evolução importante na perda de gordura corporal dos participantes. O controle adequado de gordura corporal além de afetar a auto-estima das pessoas, ajuda de forma muito maximizada a regulação de disfunções metabólicas. Perceberemos também que, no âmbito da aptidão física, a força escapular dos participantes, uma das forças avaliadas que mais tem relação com a atividade dos OTTs, teve ganhos bastantes expressivos. Outras variáveis importantes também evoluíram positivamente como a flexibilidade e a força manual. Por outro lado, o que nos chama atenção é que o perfil de estilo de vida das pessoas pouco se alterou, algo que esperávamos que acontecesse com maior amplitude. Enfim, chegamos a conclusão de que esse programa praticamente faz mágica. Ou seja, se
Novo conceito de postura pede corpo mais flexível
Muito instrutiva as dicas abaixo sobre postura do dia-dia. Relaxar é tão importante para a postura quanto o trabalho muscular, diz André Trindade. “A gente quer movimento, descanso e variedade. É o que o corpo e a cabeça precisam.” Vale a pena dar uma olhada! Fonte Folha.com (Equilíbrio e Saúde) – http://goo.gl/P9XEI
Brasileiro ainda pratica pouca atividade física, mas consome menos carne gordurosa e está fumando menos
O VIGITEL, sistema de Monitoramento de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não Transmissíveis por meio de Inquérito Telefônico, publicou os resultados encontrados no ano de 2010 e os comparativos com os anos anteriores. Como a amostra de 54 mil pessoas é bastante grande e tende a ser representativa da população, trataremos os resultados como se fosse de toda a população brasileira. De uma forma geral, temos mais a comemorar do que lamentar. Vamos aos principais resultados: TABAGISMO Quanto a tabagismo, verificou-se que 15% das pessoas são fumantes. Embora esse número venha decrescendo desde 2006, o percentual apontado ainda é alto e preocupa. O lado bom desse indicador é que dentre esses 15% fumantes, apenas 30% deles (ou 4,5% da população) fuma 20 ou mais cigarros. Vale salientar que a prevalência de fumantes é sempre maior no sexo masculino. Mas os dados apresentaram um porém. O homem fuma mais mas está ou diminuindo seu consumo ou largando. Já as mulheres, o perfil tabagista está se mantendo. Outro dado interessante sobre o tabagismo é sua comparação com a escolaridade. Se na média da população temos 15% de fumantes, entre os menos estudados esse indicador passa para 18% e para aqueles com mais de 12 anos de estudo essa média cai para 10%. Esses dados ressaltam a importância da informação/escolaridade no processo de mudança e da adoção de um estilo de vida mais saudável. O estudo ainda salienta as capitais mais tabagistas. Em primeiros lugares empatados, com 20% de adultos fumantes, está Rio Branco, São Paulo e Porto Alegre. No outro lado da escala, destacando-se com uma capital que fuma pouco está Salvador (8% de adultos fumantes apenas). CONSUMO DE ALCOOL Quanto ao consumo de bebida alcólica em doses excessivas (5 doses ou mais entre homens e 4 doses ou mais entre mulheres) o Vigitel conclui que temos em média na nossa população 18% dessas pessoas. Embora esse indicador venha caindo nos últimos anos (2008 era 19%), ele ainda está mais elevado do que em 2006, quando o consumo de bebida alcoólica ficava em torno de 16%. Assim como o tabagismo, o alcolismo também prevalece nos homens. Na analise por capitais, a escala se inverteu quando comparado ao tabagismo, apresentando Rio Branco, São Paulo e Porto Alegre como aquelas capitais menos alcoólicas e Salvador como uma das mais alcoólicas. INDICADORES DE ALIMENTAÇÃO Quanto ao consumo de alimentos que visam nossa “PROTEÇÃO”, destaca-se que apenas 18% das pessoas consomem aquilo que nós é o recomendado em termos de frutas e hortaliças (5 ou mais porcos por dia). Quanto ao sexo, percebe-se diferenças importantes, onde as mulheres (20%), como era de se esperar, apresentam esse indicador um tanto melhor que os homens (15%). Já no ambito dos alimentos de “RISCO”, verifica-se que um consumo elevado de carnes com excesso de gordura, onde em média 34% da população tem esse perfil. Novamente, os homens (45%) se destacam nos comportamentos de risco, consumindo mais carnes com gordura do que as mulheres (24%). Dessa vez a diferença foi muito grande. Ainda nessa categoria de alimentos, o estudo revelou que uma grande parte da nossa população consome refrigerante quase que diariamente, onde esse indicador chega a 30% nos homens. Destaca-se novamente a relação de escolaridade com comportamentos mais saudáveis. Em todas as categorias de alimentos, seja eles de risco ou de proteção, aquelas pessoas com maior escolaridade diferenciou-se dos demais em relação ao seu perfil de consumo. Destacamos novamente nossa percepção que só a educação promove mudanças profundas e duradouras. ATIVIDADE FÍSICA Para análise dos indicadores de atividade física, o VIGITEL também separou sua avaliação em indicadores de “proteção” e de “risco”. De proteção seriam a atividade física no lazer e atividade física no tempo livre ou deslocamento. As variáveis de risco seria inatividade física e televisão 3 ou mais horas por dia. Vamos aos resultados. Chama a atenção que apenas 14% da população adotam práticas de atividade física em seu lazer, embora 30% delas colocam em seu dia-dia como deslocamento. Nas variáveis de risco, 28% da população assisti de 3 ou mais horas de televisão por dia. Quando analisamos por sexo, diferentemente dos outros indicadores (fumo, alimentação e álcool), os homens nesse quesito adotam hábitos mais saudáveis se comparados as mulheres. Ou seja, os homens são mais propensos a atividade física no lazer e no deslocamento. Mas como nem tudo são flores, eles também passam mais tempo em frente da televisão do que elas. Quando relacionado ao grau de escolaridade, percebe-se que aqueles com mais anos de estudo tendem tanto a adotar mais a atividade física nos seus momentos de lazer quanto a ficar menos horas em frente a televisão se comparados aqueles de menor escolaridade. A noticia ruim, é que o estilo de vida da população quando o quesito é a “atividade física” estagnou-se ao longo dos últimos 7 anos. O estudo ainda revelou, em sua analise por capitais, que a população do distrito federal supera em muito as pessoas de outras cidades na prática de atividades físicas nos momentos de lazer. Porto alegre ficou entre as 7 mais ativas nesse quesito. Quando o item trata de atividade física no lazer e no deslocamento, Porto Alegre fica na média. Ainda sobre as capitais, quanto o indicador é assistir 3 horas ou mais de televisão diária, novamente Porto Alegre assumi posições saudáveis, ficando entre as 7 capitais que menos assisti. Em resumo, o estudo VIGITEL revelou que poucos praticamos atividade física, embora Porto Alegre assuma, na maioria das vezes, posições de destaque quando se trata de cuidar da saúde e evitar o sedentarismo. FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1521