Indiano de 100 anos corre maratona em oito horas
Com custo quase zero e excelentes resultados, ginástica funcional torna-se uma ótima opção
Continuando a série “Não precisa acreditar na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia” segue uma excelente reportagem sobre treinamento funcional. Com custo quase zero e excelentes resultados, ginástica funcional torna-se uma ótima opção. Vale a pena conferir!
Viram isso? Aos 92 anos, vovó Olga é um fenômeno do atletismo
“Não precisa acreditar na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia” – Parte 04
Continuando a série “Não precisa acreditar na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia” por favor veja o vídeo abaixo. Estar feliz onde trabalha faz diferença. Afinal, a maioria da população passa mais tempo no emprego do que com a família. Empresas estão adotando rotinas para o profissional trabalhar mais contente. Não deixe de dar uma olhada também nos outros posts da série Não precisa acreditar na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia: Bem estar da lucro Empresas se preocupam com o excesso de peso e colesterol dos profissionais Sua empresa incentiva a prática de exercícios físicos de seus funcionários? Não acredite na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia – parte 03
Estudo identifica mecanismo que transforma gordura ruim em boa

Descoberta poderá auxiliar no desenvolvimento de novas estratégias para tratar a obesidade Agência FAPESP Um grupo de cientistas norte-americanos identificou um mecanismo biológico que transforma gordura branca em gordura marrom. A novidade foi publicada na edição de setembro da revista Cell Metabolism e poderá auxiliar no desenvolvimento de novas estratégias para tratar a obesidade. O homem tem dois tipos de tecido adiposo: o marrom, ligado à regulação da temperatura e abundante em recém-nascidos; e o branco, cuja função é acumular energia no corpo e está mais presente em adultos. A gordura branca está associada à obesidade e falta de exercícios. É a gordura indesejada que muitos querem se livrar do excesso. O novo estudo, feito em modelo animal por cientistas do Centro Médico da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, demonstrou que a transformação da gordura ruim em boa é possível devido à ativação de uma enervação e de um caminho bioquímico que começa no hipotálamo (área cerebral envolvida no balanço energético) e que termina nas células adiposas brancas. A transformação das gorduras foi observada quando os animais foram colocados em um ambiente mais rico, com maior variedade de características e desafios físicos e sociais. Camundongos foram inseridos em recipientes contendo rodas de girar, túneis, cabanas, brinquedos e diversos outros elementos, somados a alimento e água em quantidades abundantes. Um grupo controle também foi exposto a água e alimento sem limites, mas em ambiente sem dispositivos para que pudessem se exercitar. Segundo os cientistas, a maior transformação de gordura branca e marrom foi associada a um ambiente fisicamente estimulante, mais do que à quantidade de alimentos ingerida. “Os resultados do estudo sugerem o potencial de induzir a transformação de gordura branca em gordura marrom por meio da modificação do nosso estilo de vida ou pela ativação farmacológica desse caminho bioquímico”, disse Matthew During, professor de neurociência e um dos autores do estudo.
Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas.

Vivemos numa sociedade em mudanças e num momento excitante para as organizações. A sociedade percebe que a Qualidade de Vida e a Saúde são ativos importantes, envolvendo dimensões física, intelectual, emocional, profissional, espiritual e social. Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas. Baixa motivação, falta de atenção, diminuição de produtividade e alta rotatividade criam uma energia negativa que repercute na família, na sociedade e no sistema médico. Segundo Domenico de Masi, vivemos e trabalhamos numa sociedade do futuro, mas continuamos a usar os instrumentos do passado. Felizmente, para algumas empresas inovadoras e conscientes, este cenário não faz parte de sua realidade atual. As dez melhores empresas para se trabalhar (Guia Exame 2001) transformaram o ambiente de trabalho e a Saúde emocional e física em vantagem competitiva, tendo plena convicção estratégica de que quanto mais satisfação, mais retorno terão em produtividade, criando assim a visão de uma organização mais privilegiada, competitiva e equilibrada. Segundo a Organização Mundial da Saúde, Qualidade de Vida é um conjunto de percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura ede valores em que vivem, e em relação a suas metas, expectativas, padrões e preocupações. Programas de saúde é a ciência e a arte de ajudar pessoas a modificar seu estilo de vida em direção a um ótimo estado de saúde, sendo esta compreendida como o balanço entre a saúde física, emocional, mental, social e espiritual. Os programas de Saúde e QV objetivam facilitar mudanças no estilo de vida, combinando ações e campanhas para consciência, comportamento e envolvimento, que suportem suas práticas de saúde e previna doenças. O propósito de um programa de Qualidade de Vida ou Promoção de Saúde nas Organizações é encorajar e apoiar hábitos e estilos de vida que promovam saúde e bem estar entre todos os funcionários e famílias durante toda a sua vida profissional. Um programa de Qualidade de Vida existe para gerar estratégias com o intuito de promover um ambiente que estimule e dê suporte ao indivíduo e à empresa, conscientizando sobre como sua saúde está diretamente relacionada à sua qualidade e produtividade. Não é suficiente ter em mente mudar relevantemente o estado de saúde dos profissionais mas também encorajá-los a cuidarem e gerenciarem sua própria saúde, adquirindo um ganho substancial na sua satisfação e crescimento, assim como no aumento de produção e redução de custos para a empresa Benefícios ü Melhoria da produtividade ü Empregados mais alertas e motivados ü Melhoria da imagem corporativa ü Menos absenteísmo ü Melhoria das relações humanas e industriais ü Baixas taxas de enfermidade ü Melhoria da moral da força de trabalho ü Redução em letargia e fadiga ü Redução de turnover Desde que o mundo exigiu novas e complexas interações em termos de excelência em relação à produtividade e a qualidade dos serviços prestados, estamos tendo que constantemente se adaptar à todos estes estímulos, comprometendo de alguma forma nosso aprendizado e saúde. Afina de contas, se sentir mal no tempo e no espaço não é mais privilégio de nenhum astronauta. O psiquiatra Carl Gustav Jung dizia que se as coisas vão mal no mundo, algo deve estar mal comigo. Assim seria sensato, em primeiro lugar, ficar bem. Viver uma vida vibrante e feliz, na qual se utiliza o máximo que possui, com enorme prazer é um objetivo de vida. É o que dá qualidade à vida.
Sua empresa incentiva a prática de exercícios físicos de seus funcionários?
Na continuação da série “não acredite na Health Care, acredite na ciência e na grande mídia”, conheça o caso de 3 empresas que incentivam a prática de exercícios físicos de seus funcionários. Os rsultado são o de sempre: + satisfação; + produtividade; – afastamentos; + qualidade de vida. Confira, vale a pena!
Até que ponto a empresa deve ser responsável pela qualidade de vida de seus funcionários?
3º Café com RH Evento discutiu a responsabilidade de uma empresa na promoção da qualidade de vida dos seus funcionários (E) Alberto Ogata, Paulo Amorim, José Ricardo Amaro e Tatiana Sendin Até que ponto a empresa deve ser responsável pela qualidade de vida de seus funcionários? Essa foi a pergunta central do 3º Café com RH do ano, evento promovido pela Revista Você RH na manhã de hoje, 20 de setembro, e que reuniu executivos de recursos humanos para compartilhar tendências da área. Para apresentar o assunto e oferecer respostas sobre a questão em pauta, o bate-papo contou com a participação de Alberto Ogata, presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), José Ricardo Amaro, vice-presidente de recursos humanos do Grupo ABC, e Paulo Amorim, diretor de recursos humanos da Dell para a América Latina. A conversa foi mediada por Tatiana Sendin, repórter da Revista Você RH. Os três convidados foram unânimes ao relacionarem o conceito de qualidade de vida à ideia de bem-estar, e também às escolhas de cada indivíduo no seu dia a dia, dentro e fora do trabalho. E foi justamente nesse ponto que surgiu uma primeira resposta para a pergunta do café: se as escolhas são pessoais, não cabe à empresa fazer um controle delas, e sim dar bases, orientações e opções ao colaborador para que ele possa viver melhor, saudável e realizado. Paulo Amorim classificou a companhia e seus líderes como agentes facilitadores da qualidade de vida, e incorporou ao conceito de bem estar a ideia de trabalhar o tempo de forma otimizada e fazendo o que gosta. E é pensando assim que o executivo consegue aliar trabalho, família e lazer de forma equilibrada. “Seria estressante tentar separar a vida profissional da pessoal”, disse o executivo. Ele contou ainda que, por vezes, em suas viagens ao exterior, conta com a companhia da esposa e dos filhos. E nas horas de lazer, faz alguns passeios de motocicleta. Ambiente de trabalho é um fator predominante no conceito de qualidade de vida exposto por José Amaro. Para ele, a promoção do bem-estar do funcionário não passa apenas pelos programas de saúde promovidos nas organizações, mas no cuidado e zelo para que cada colaborador se sinta realizado no seu ofício, em sua rotina. O executivo se mostrou contrário aos programas engessados ou regrados, em que todos devem fazer a mesma coisa, sem opção de escolha. Para que exemplos como esses se tornem eficientes e presentes na vida dos funcionários, existem as já conhecidas e citadas iniciativas de home-office, day-off, ginástica laboral, acompanhamento médico, academias, corridas, dentre tantos outros. Mas se uma determinada ação não estiver alinhada à estratégia da empresa, e mais, se não atender as reais necessidades dos colaboradores, de nada irão valer, confirme ressaltou e orientou Alberto Ogata. Segundo o presidente da ABQV, um programa de qualidade de vida se torna eficiente quando planejado e implementado por um gestor. Cabe a esse profissional fazer um diagnóstico da empresa, avaliar as necessidades e interesses do grupo, alinhar o projeto à estratégia da companhia e usar bem as ferramentas da comunicação, além de estabelecer boas parcerias com fornecedores, se necessário. Pensando nessa necessidade de planejamento, a Dell formou uma comunidade de co-criação. De acordo com Amorim, esse grupo trabalha pela cultura interna da companhia, e auxilia os gestores a enxergar a real situação da empresa e tomar as decisões mais adequadas ao seu público interno, Conforme relatou Amaro, o Grupo ABC opta por atender pontualmente as expectativas de seus funcionários. “Para cada pessoa, existe uma realização. É preciso ver o que é viável dentro do que razoável”, afirmou o VP. Amaro defendeu também a transparência e o engajamento, em tempos de trabalho pesado ou situações internas mais críticas, que podem, de alguma forma, comprometer a qualidade de vida dos funcionários: “Se vai ser preciso ralar, avise”. Ogatta compartilhou uma das conclusões do debate. Para ele, de fato, o pilar profissional permeia as demais dimensões do ser humano. Portanto, se a empresa se tornou um bom lugar para se trabalhar, esse já é um bom começo para promover qualidade de vida para os funcionários. Fonte: VOCERH
Automassagem pode ajudar a diminuir dores musculares
Quando a gente começa a fazer exercícios, é bem comum no dia seguinte aparecerem aquelas dores musculares. Para melhorar a qualidade do treino e diminuir esse desconforto, uma técnica simples, começou a ser aplicada academias. Fonte: Globo Vídeos
Bicicleta vence desafio intermodal em SP
Competidor levou 22 minutos e 50 segundos para percorrer 10 km entre a zona sul e o centro de São Paulo em pleno horário de pico Vanessa Barbosa, de Bicicleta chegou 5 minutos à frente da motocicleta, que ficou em 2º lugar São Paulo – As bicicletas deram um show de agilidade na noite de ontem. Elas foram as grandes vencedoras do Desafio Intermodal, que avaliou o desempenho de 12 tipos de transportes na cidade de São Paulo. Em sua 6ª edição, a competição organizada pelo Instituto CicloBR pretende mostrar o modo mais rápido para se locomover pela cidade no horário de pico do trânsito, a partir das 18h, levando em conta o tempo, custo e emissões de CO2. O primeiro competidor a concluir o trajeto de 10 km entre a Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, na Zona Sul, e o prédio da Prefeitura, ao lado do Viaduto do Chá, na região central, venceu o desafio a pedaladas. O ciclista campeão levou 22 minutos e 50 segundos para completar o percurso, deixando pra trás modais como ônibus, metrô, carro e motocicleta. A bike chegou cinco minutos e 23 segundos à frente do segundo colocado, a motocicleta, que liderou o desafio no ano passado. Em seis anos de competições, são as magrelas que mais levaram vantagem, vencendo quatro edições do intermodal contra duas vitórias das motos. Os resultados consolidados de todos os modais que participaram do desafio será divulgado pelo CicloBR na sexta.